Sam niosê œwiat
Dziœ niewiele ju¿ pamiêtam.
Sam idê w s³oñca kurz,
Zwyczajne zbieram dni.
Ty - najpiêkniej bezimienna -
Zosta³aœ w dŸwiêku strun,
W zbyt ciê¿kiej ciszy snu,
W gor¹cym pulsie krwi.
Sam niosê œwiat
Który bieg³ nam do r¹k.
Sam wierzê w dzieñ,
Który by³ œwiêtem œwi¹t.
Sam chwytam wiatr,
Który wia³ prosto w twarz.
Sam czytam wiersz,
Kiedyœ mój, kiedyœ nasz ...
Gdy ogl¹dam siê za siebie,
Niekiedy widzê, jak
Przechodzisz obok mnie.
Ty - czy moja? - nawet nie wiem.
W podró¿y, w zgie³ku dnia,
Gdy parzy byle ³za,
Zmyœlona ... albo nie ...
Sam niosê œwiat
Który bieg³ nam do r¹k.
Sam wierzê w dzieñ,
Który by³ œwiêtem œwi¹t.
Sam chwytam wiatr,
Który wia³ prosto w twarz.
Sam czytam wiersz,
Kiedyœ mój, kiedyœ nasz ...
Carregando o Mundo
Eu não lembro muito da noite.
Sozinho vou na poeira do sol,
Costumo juntar os dias.
Você - a mais linda sem nome -
Ficou na vibração das cordas,
Na pesada solidão do sono,
No pulsar quente do sangue.
Sozinho carrego o mundo
Que corria para nossas mãos.
Sozinho acredito no dia
Que foi o dia sagrado.
Sozinho pego o vento
Que soprava direto no rosto.
Sozinho leio um poema,
Que um dia foi meu, um dia foi nosso...
Quando olho para trás,
Às vezes vejo como
Você passa ao meu lado.
Você - é minha? - nem sei.
Na jornada, na confusão do dia,
Quando uma lágrima qualquer queima,
Desaparecida... ou não...
Sozinho carrego o mundo
Que corria para nossas mãos.
Sozinho acredito no dia
Que foi o dia sagrado.
Sozinho pego o vento
Que soprava direto no rosto.
Sozinho leio um poema,
Que um dia foi meu, um dia foi nosso...