Apropierea Sfârsitului
Sunt singur pe muchii negre de abisuri
Si sunt nevoit sa merg catre iad
Nimic nu existã, doar bezna si visuri
si tigve ce scârtâie-n noapte si cad
Alearga nebune in noapte
Fantome ce-mi par ireale
Ma cheama schelete spre moarte
Eu merg spre robie la vale
[Refren:]
Sa mori - ar trebui acum
Dar tu esti las - si tot cobor pe drum
Ma simt o epava pe-a lumii ruina
Plutind printre trupuri pe veci osandite
Salvarea-i in moarte, caci moartea-i regina
Pe vechea planeta de sange stropita
Candva nu au mai fost si un cer si un soare
Si-o lunã, Si-o lume, Si oameni au fost
Nimic nu mai este, nici umbra, nici boare
Doar eu care merg pe un drum fara rost
In juru-mi e totul oroare
Si tipãt si jale si chin
M-apasa prezentul, trecutul ma doare
Si negrii sunt anii ce vin.
[Refren:]
Sunt singur pe muchii negre de abisuri
Si sunt nevoit sa merg catre iad
Nimic nu existã, doar bezna si visuri
Si tigve ce scartaie-n noapte si cad
Aproximação do Fim
Estou sozinho nas bordas escuras do abismo
E sou obrigado a seguir rumo ao inferno
Nada existe, só escuridão e sonhos
E gritos que rangem na noite e caem
Correm loucas na noite
Fantasmas que parecem irreais
Me chamam esqueletos para a morte
Eu sigo para a escravidão ladeira abaixo
[Refrão:]
Deveria morrer - agora é a hora
Mas você é covarde - e eu sigo descendo o caminho
Me sinto um destroço nas ruínas do mundo
Flutuando entre corpos condenados para sempre
A salvação está na morte, pois a morte é rainha
Neste velho planeta manchado de sangue
Um dia não havia céu nem sol
Nem lua, nem mundo, nem pessoas
Nada mais existe, nem sombra, nem brisa
Só eu que caminho por um caminho sem sentido
Ao meu redor tudo é horror
E gritos e lamento e dor
O presente me oprime, o passado me machuca
E os anos que vêm são sombrios.
[Refrão:]
Estou sozinho nas bordas escuras do abismo
E sou obrigado a seguir rumo ao inferno
Nada existe, só escuridão e sonhos
E gritos que rangem na noite e caem.