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Alma Plástica

Dahmer (lituânia)

Plastic Soul

A machine exists
A mass of refined
Iron one
Blinded with rivets
One for each human being
Who lost their life in its creation
It stands tall towering
To cast a shadow so large
We cannot see the sun
Through the laden clouds
Or the chains holding us in slavery

Plastic souls,modernized,civilized
Computerized disaster brutalizes
Dehumanized

Mass production mass destruction
Self extermination last days of humankind

Sexual lust turned out to work
Nervous tension turned to agression

Its gear turn never ending
Grinding and clanking so loud
We are unable to hear the cries
Of those who die for it
The machines still pull the nerves

Multinational invasions
Nuclear testing fireworks
Nature fucked off the face of earth

Plastic souls empty goals
Counterparts vacuum heads
Degraded-generation of deadheads

Alma Plástica

Uma máquina existe
Uma massa refinada
De ferro
Cega com rebites
Uma para cada ser humano
Que perdeu a vida em sua criação
Ela se ergue alta e imponente
Para lançar uma sombra tão grande
Que não conseguimos ver o sol
Através das nuvens pesadas
Ou as correntes que nos mantêm em escravidão

Almas plásticas, modernizadas, civilizadas
Desastre computadorizado brutaliza
Desumanizado

Produção em massa, destruição em massa
Autoextermínio, últimos dias da humanidade

A luxúria sexual acabou funcionando
Tensão nervosa virou agressão

Suas engrenagens giram sem fim
Rangendo e batendo tão alto
Que não conseguimos ouvir os gritos
De quem morre por isso
As máquinas ainda puxam os nervos

Invasões multinacionais
Testes nucleares, fogos de artifício
A natureza foi expulsa da face da terra

Almas plásticas, metas vazias
Contrapartes cabeças ocas
Geração degradada de cabeçudos

Composição: