Eyes To Form Shadows
I sense this social order in decline
Our people's been assassinated by our own blind
Balance bullets off last vertebrae
Yo gunshots and lyrics if well aimed will reverberate
There's no escape
Your false Jesus promised lies
I'm... serenaded by sincere tears often
The honest only work to afford wooden coffins
Done talking cause it's speech that allows for deceit
This dalek I speak is forever bred in basements
Complacent eyes are the only witness to my changes
Abrasive words slurred with obtuse thought
Caught by the few who do watch
But lost on these blocks.
Breath below gravel
Eyes to form shadows
Despair always ample
Structure's unraveled
Breath below gravel
Eyes to form shadows
Head's nod
But we still living shackled
Ample time to sleep once this vein's collapse
Clasp hands in vain attempt to prey upon victims
Asked for incisions to sever chest from mind
Designed from remnants of nightmares broke in sections
Blessings can't save designated slaves
Only answer that remains to subvert whole system
All systems fail
But it's patience that has failed
As our patriarchy's jailed to provide veiled income
None listen I speak with pierced larynx
Addicts move in slow increments within granite
Hands bound and damaged are weapons we brandish
Deemed savage by masses
When this anger's just average.
Breath below gravel
Eyes to form shadows
Despair always ample
Structure's unraveled
Breath below gravel
Eyes to form shadows
Head's nod
But we still living shackled
That pathetic premise of freedom is false
Futility of earthly flesh answers death's solemn call
Within these very words lie my ancestral tongue
I kept breath within collapsed left lung
As I witnessed modern tower of Babel come undone
These bloodshot eyes surmise that most meaning is lost.
Lost paradise rots
Vacant lots breed riots
Few men defiant as we tread 'mongst giants
Filthy air of liar fills lung of young lions
Pierced flesh of Mayan bleeds words on papyrus
Desires blurred in tortured minds of the pious
None stand as righteous when judged through this iris
Skin marked by man's iron
Weighted souls wake when well tired
The unsuspected conspire
Brunt smoke from pyre fills night's sky
Should we attempt to walk on water since we all crucified?
These questions denied
Answers just lies
Sanctify history from hands of blind scribes.
Breath below gravel
Eyes to form shadows
Despair always ample
Structure's unraveled
Breath below gravel
Eyes to form shadows
Head's nod
But we still living shackled
Olhos Para Formar Sombras
Sinto essa ordem social em declínio
Nosso povo foi assassinado por nossa própria cegueira
Equilibrando balas na última vértebra
Yo, tiros e letras se bem direcionados vão ecoar
Não há escape
Teu falso Jesus prometeu mentiras
Estou... serenado por lágrimas sinceras frequentemente
Os honestos só trabalham para comprar caixões de madeira
Cansei de falar, pois é a fala que permite a enganação
Esse dalek que falo é eternamente criado em porões
Olhos complacentes são as únicas testemunhas das minhas mudanças
Palavras abrasivas arrastadas por pensamentos obtusos
Pegos pelos poucos que realmente assistem
Mas perdidos nessas ruas.
Respiração abaixo do cascalho
Olhos para formar sombras
Desespero sempre abundante
Estrutura desfeita
Respiração abaixo do cascalho
Olhos para formar sombras
Cabeça acena
Mas ainda vivemos acorrentados
Tempo de sobra para dormir uma vez que essa veia colapse
Mãos unidas em vão tentando caçar vítimas
Pedi incisões para separar o peito da mente
Desenhado a partir de restos de pesadelos quebrados em seções
Bênçãos não podem salvar escravos designados
A única resposta que resta para subverter todo o sistema
Todos os sistemas falham
Mas é a paciência que falhou
Enquanto nosso patriarcado está preso para fornecer renda velada
Ninguém escuta, eu falo com a laringe perfurada
Viciados se movem em lentos incrementos dentro do granito
Mãos amarradas e danificadas são armas que empunhamos
Considerados selvagens pelas massas
Quando essa raiva é apenas média.
Respiração abaixo do cascalho
Olhos para formar sombras
Desespero sempre abundante
Estrutura desfeita
Respiração abaixo do cascalho
Olhos para formar sombras
Cabeça acena
Mas ainda vivemos acorrentados
Aquela premissa patética de liberdade é falsa
A futilidade da carne terrena responde ao chamado solene da morte
Dentro dessas palavras está minha língua ancestral
Eu mantive a respiração dentro do pulmão esquerdo colapsado
Enquanto testemunhei a moderna torre de Babel se desfazer
Esses olhos injetados de sangue supõem que a maior parte do significado se perdeu.
Paraíso perdido apodrece
Terrenos vazios geram revoltas
Poucos homens desafiadores enquanto pisamos entre gigantes
O ar sujo de mentirosos enche os pulmões de jovens leões
A carne perfurada dos maias sangra palavras em papiro
Desejos borrados nas mentes torturadas dos piedosos
Ninguém se ergue como justo quando julgado por essa íris
Pele marcada pelo ferro do homem
Almas pesadas despertam quando bem cansadas
Os inesperados conspiram
A fumaça densa da pira preenche o céu da noite
Devemos tentar andar sobre as águas já que todos fomos crucificados?
Essas perguntas negadas
Respostas são apenas mentiras
Santifiquem a história das mãos de escribas cegos.
Respiração abaixo do cascalho
Olhos para formar sombras
Desespero sempre abundante
Estrutura desfeita
Respiração abaixo do cascalho
Olhos para formar sombras
Cabeça acena
Mas ainda vivemos acorrentados.