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Nous Sommes Tous Morts À Vingt Ans

Dalida

Letra

Nous Sommes Tous Morts À Vingt Ans

Nous sommes tous morts à vingt ans
En effeuillant la fleur de l'âge
Pendus à l'arbre du printemps
Dans le plus beau des paysages
La terre tourne pour les enfants

Ceux qui grandissent, tant pis pour eux
Ils vont grossir le régiment
Des fonctionnaires de l'ennuyeux

Avec des jours qui se ressemblent
Des habitudes et des grimaces
Et des migraines, des mains qui tremblent
De ride en ride, de glace en glace

Nous sommes tous morts à vingt ans
En effeuillant la fleur malade
D'un idéal agonisant
Au printemps d'une barricade
Moi qui déteste tant la guerre
Il m'arrive parfois d'envier
L'enfant mort pour un coin de terre
Sans avoir le temps de crier

Sans voir la tristesse sourire
Sans écouter l'oiseau mentir
Vingt ans, c'est pour apprendre à vivre
Le reste pour apprendre à mourir

Nous sommes tous morts à vingt ans
En effeuillant la fleur du rêve
Dans une gare ou sur un banc
Où le premier amour s'achève

Pourquoi prolonger sa jeunesse?
Pourquoi jouer à être encore?
L'amour est mort et la tendresse
S'est suicidé de corps en corps

Nous sommes tous des revenants
D'un certain sexe, d'un certain âge
Avec des mots pour sentiments
Avec des masques pour visages

Nous sommes tous morts à vingt ans
En effeuillant la fleur de l'âge
Pendus à l'arbre du printemps
Dans le plus beau des paysages

Nous sommes tous morts à vingt ans

Nós Estamos Todos Mortos Aos Vinte Anos

Nós estamos todos mortos aos vinte anos
A desfolhear a flor da idade
Pendurados na árvore da primavera
Nas mais bonitas paisagens
A terra gira para as crianças
Aos que crescem, pra eles tanto faz

Eles vão aumentar o número
De funcionários das chatices
Com dias que se parecem

Com hábitos e caretas
E dores de cabeça, mãos que tremem
De ruga em ruga, de gelo em gelo
Nós estamos todos mortos aos vinte anos

A desfolhear a flor doente
De um ideal agonizante
Na primavera de uma barricada
Eu que detesto tanto a guerra
Me acontece de as vezes invejar
A criança morta por um pedaço de terra
Sem ter tempo pra gritar
Sem ver a tristeza sorrir

Sem escutar o pássaro mentir
Vinte anos, é para aprender a viver
O resto para aprender a morrer
Nós estamos todos mortos aos vinte anos
A desfolhear a flor do sonho

Em uma estação ou em um banco
Onde o primeiro amor se acaba
Por que prolongar sua juventude?
Por que fingir pra ser de novo?

O amor morreu e a ternura
Se suicidou em cada um de nós
Nós somos todos fantasmas
De um certo sexo, de uma certa idade

Com palavras para sentimentos
Com máscaras para rostos

Nós estamos todos mortos aos vinte anos
A desfolhear a flor da idade
Pendurados na árvore da primavera
Nas mais bonitas paisagens

Nós estamos todos mortos aos vinte anos

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Composição: Serge Balasko. Essa informação está errada? Nos avise.
Traduzida por Lorenz. Legendado por Lorenz. Revisão por Lorenz. Viu algum erro? Envie uma revisão.

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