Déjame olvidarte
Mia, solamente mia,
mientras se calma el mar y el me pierdo solo navegando injustamente,
solo mia, ahora que de ti ya no me queda nada, mia...
Fria, otra noche fria,
para ella fui como una lluvia en primavera, me olvido sin mas
aun la siento mia como el aire
como la brisa suave de su boca al rozarme, mia...
Que pena que no tengas alma, que por dentro ni te duela,
que solo creas que me invento el daño pa´ tenerte.
Si me falta el aire, si tu amor fue mi veneno para condenarme.
(estribillo)
Dejame olvidarte asi, con este miedo, con tu silencio atado a este alma.
Dejame olvidarte lentamente, sin que muera la agonia.
Tu dejame, que el tiempo sea quien me cure las heridas
de las noches frias sin tenerte,
de sentirte como el aire, mia.
Dejame olvidar.
Mia solamente, mia aunque en ti me pierdo como se pierde
el sol en la distancia cada dia.
Soltare cada recuerdo aun siendo mia como el viento,
como su risa y el aroma de su cuerpo, mia...
Y que pena que me dejes solo y que por dentro ni te duela,
que todo sea un juego haciendo daño hasta olvidarte.
Y a mi me falta el aire si tu amor fue mi veneno para condenarme.
(estribillo)
Deixe-me te esquecer
Mia, somente minha,
Enquanto o mar se acalma e eu me perco só navegando injustamente,
Sólo minha, agora que de você já não me resta nada, minha...
Fria, outra noite fria,
Para ela fui como uma chuva na primavera, me esqueço sem mais
Ainda a sinto minha como o ar
Como a brisa suave de sua boca ao me tocar, minha...
Que pena que você não tenha alma, que por dentro nem te doa,
Que só acredite que eu invento a dor pra te ter.
Se me falta o ar, se seu amor foi meu veneno pra me condenar.
(refrão)
Deixe-me te esquecer assim, com esse medo, com seu silêncio preso a esta alma.
Deixe-me te esquecer lentamente, sem que a agonia morra.
Você me deixe, que o tempo seja quem cure as feridas
Das noites frias sem ter você,
De sentir você como o ar, minha.
Deixe-me esquecer.
Minha somente, minha, embora em você eu me perca como se perde
O sol na distância a cada dia.
Vou soltar cada lembrança, ainda sendo minha como o vento,
Como seu riso e o aroma do seu corpo, minha...
E que pena que você me deixe só e que por dentro nem te doa,
Que tudo seja um jogo fazendo dano até te esquecer.
E a mim me falta o ar se seu amor foi meu veneno pra me condenar.
(refrão)
Composição: Carlos Javier Molina