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O Fantasma do Seu Amor

Dalo Unique

El fantasma de tu amor

La noche cae fría en esta habitación
Donde aún respira nuestra vieja pasión
Queda tu perfume enredado en mi almohada
Y la cruel memoria de tu última mirada
Me dijiste adiós, dejando un abismo
Y ahora soy un náufrago buscando en mí mismo

Sé que me hace daño recordarte así
Desnuda en la sombra, tan cerca de mí
Pero es un veneno que quiero beber
El dulce tormento de volver al ayer

Y aquí estoy, cautivo en esta condena
Entre morirme de pena
Y que muera mi pena
En mis recuerdos beso tu piel morena
Y mi alma se serena (mi alma se serena)
Aunque sea un espejismo, aunque sea un error
Me aferro esta noche al fantasma de tu amor

Las sábanas blancas guardan tu calor
El roce de tus labios, tu suave sudor
Fuimos un incendio en la madrugada
Hoy solo hay cenizas, hoy ya no hay nada
Pero imaginarte es mi única salida
La hermosa mentira que alivia mi herida

Sé que me hace daño recordarte así
Desnuda en la sombra, tan cerca de mí
Pero es un veneno que quiero beber
El dulce tormento de volver al ayer

Y aquí estoy, cautivo en esta condena
Entre morirme de pena
Y que muera mi pena
En mis recuerdos beso tu piel morena
Y mi alma se serena (mi alma se serena)
Aunque sea un espejismo, aunque sea un error
Me aferro esta noche al fantasma de tu amor

No quiero soltarte, no sé cómo hacerlo
Y el vacío que dejas no quiero creerlo
Prefiero soñar que rozas mi espalda
Y perderme de nuevo al final de tu falda
Que el tiempo se rinda en mi ensoñación
Porque tú te llevaste mi respiración

Y aquí estoy, cautivo en esta condena
Entre morirme de pena
Y que muera mi pena
En mis recuerdos beso tu piel morena
Y mi alma se serena (mi alma se serena)
Aunque sea un espejismo, aunque sea un error
Me aferro esta noche al fantasma de tu amor

O Fantasma do Seu Amor

A noite cai fria neste quarto
Onde ainda respira nossa velha paixão
Fica seu perfume preso no meu travesseiro
E a cruel memória do seu último olhar
Você me disse adeus, deixando um abismo
E agora sou um náufrago buscando em mim mesmo

Sei que me faz mal te lembrar assim
Nua na sombra, tão perto de mim
Mas é um veneno que quero beber
O doce tormento de voltar ao ontem

E aqui estou, cativo nesta condena
Entre morrer de tristeza
E que minha tristeza morra
Em minhas lembranças beijo sua pele morena
E minha alma se serena (minha alma se serena)
Mesmo que seja um espejismo, mesmo que seja um erro
Me agarro esta noite ao fantasma do seu amor

Os lençóis brancos guardam seu calor
O toque dos seus lábios, seu suave suor
Fomos um incêndio na madrugada
Hoje só há cinzas, hoje já não há nada
Mas imaginar você é minha única saída
A linda mentira que alivia minha ferida

Sei que me faz mal te lembrar assim
Nua na sombra, tão perto de mim
Mas é um veneno que quero beber
O doce tormento de voltar ao ontem

E aqui estou, cativo nesta condena
Entre morrer de tristeza
E que minha tristeza morra
Em minhas lembranças beijo sua pele morena
E minha alma se serena (minha alma se serena)
Mesmo que seja um espejismo, mesmo que seja um erro
Me agarro esta noite ao fantasma do seu amor

Não quero te soltar, não sei como fazer
E o vazio que você deixa não quero acreditar
Prefiro sonhar que tocas minhas costas
E me perder de novo no final da sua saia
Que o tempo se renda na minha ilusão
Porque você levou minha respiração

E aqui estou, cativo nesta condena
Entre morrer de tristeza
E que minha tristeza morra
Em minhas lembranças beijo sua pele morena
E minha alma se serena (minha alma se serena)
Mesmo que seja um espejismo, mesmo que seja um erro
Me agarro esta noite ao fantasma do seu amor

Composição: Carlos Davila Alonso, Dalo