Világfutó Szél
Világfutó Szél (Worldrunner Wind)
Egyszer kértem, szél lettem,
a nagyvilágot értem.
Másszor kértem, víz lettem,
Virág közé befértem.
Víz csókolta virágot,
harmat hajnalt köszöntött,
Szél bejárta világot,
falat, kaput ledöntött.
Megint kértem, tûz lettem,
szél, és nap táplált engem.
Tûzzel égtem, nap lettem,
virág-esõt neveltem.
Virág-esõ dallá lett,
hajnalt vitt, és életet.
Tûz új utat keresett,
csillagokkal nevetett.
Csillag leszek, éjjel fénye,
tûz melege, nap reménye,
világfutó szél tavaszon,
vadul, s örökké szabadon,
virágot hoz mezõ szárnya,
erdõket madárdal járja,
szabadon száguldva a széllel
a hajnal új világot érlel.
Vento Corredor do Mundo
Vento Corredor do Mundo
Um dia eu pedi, virei vento,
abracei o mundo imenso.
Noutra vez pedi, virei água,
me escondi entre as flores da mágoa.
Água beijou a flor,
dew trouxe o amanhecer,
o vento percorreu o mundo,
derrubou muros, fez acontecer.
De novo pedi, virei fogo,
vou, e o sol me deu abrigo.
Queimando em chamas, virei sol,
criei a chuva das flores, um farol.
A chuva das flores virou canção,
levou o amanhecer, trouxe a vida em ação.
O fogo buscou um novo caminho,
riu com as estrelas, dançou sozinho.
Serei estrela, luz da noite,
oferta do calor, esperança do dia,
viento corredor do mundo na primavera,
selvagem e livre, sempre à espera,
traz flores com as asas do campo,
percorre florestas com canto de encanto,
livre, correndo com o vento,
o amanhecer traz um novo momento.