Ígéret
Fordulj kedves lovam napszünet felé,
Úgyse jövünk többet soha visszafelé.
Messze földre megyek elbujdosok innet,
Szép szülõhazámat nem látom meg többet.
Fúdd el jó szél fúdd el hosszú útnak porát,
Hosszú útnak porát fakó lovam nyomát.
Jó ló volt a fakó jó a viselete,
Áldja meg az isten aki felnevelte.
Porladozik csontja fekete fõd nyomja,
Az én bús szívem is csak a bú rongálja.
Árva vagyok árva mint régen a tarló,
Kinek ékességét elvette a sarló.
Idegen országban idegen emberek,
Járok az utcán senkit nem ismerek.
Szólanék hozzájuk de õk nem értenek,
Ezen az én szívem de nagyon kesereg.
Álmot hív a hajnal, ígér csengõ, halk dal,
Útról útra szél kísér.
Új nap új ígéret, bujdosásba tévedt,
Bús fejem nyugodni tér
Promessa
Vire-se, meu querido cavalo, em direção ao pôr do sol,
Nunca mais voltaremos, isso é certo, não há como voltar.
Vou para longe, me escondendo daqui,
Nunca mais verei minha bela terra natal.
Sopre, bom vento, leve a poeira do longo caminho,
A poeira do longo caminho, a marca do meu cavalo pardo.
Foi um bom cavalo, o pardo, bom em sua aparência,
Que Deus abençoe quem o criou e o criou.
Os ossos se desfazem, a terra negra os pressiona,
Meu triste coração também só é consumido pela dor.
Sou um órfão, órfão como antes no campo,
A quem a foice tirou sua beleza.
Em terra estrangeira, entre pessoas estranhas,
Caminho pela rua, não conheço ninguém.
Quero falar com eles, mas eles não entendem,
Meu coração se entristece muito com isso.
O amanhecer chama o sonho, promete uma canção suave e clara,
O vento me acompanha de estrada em estrada.
Um novo dia, uma nova promessa, perdido na fuga,
Minha cabeça triste encontra um lugar para descansar.