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In The Passage

Dan Fogelberg

Letra

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In The Passage

There's a ring around the moon
tonight
And a chill in the air
And a fire in the stars that
hang -- so near;
so near.
There's a sound in the wind that
blows
Through the wild mountain holds
Like the sighs of a thousand crying
souls;
Crying souls --
There's a time when the traveller
is fated to find
That insight has turned his gaze
behind -- behind
And the steps taken yesterday
Will beckon again
And lead to his weary journey's
end -- journey's end.
And in the passage
From the cradle to the grave
We are born, madly dancing
Rushing headlong through the
crashing of the days
We run on and on
Without a backwards glance
We run on and on
Without a backwards glance.
But I cast my fate with the
wife of Lot
I turned my gaze around
Knowing neither what was sought
nor what was to be found
Heeding weakness, feeding
strength
Life at length is frail
I seek again the river's source
through time's dark shadowed veil.
In the fast fading centurywe spin through the years
I pray that our failing vision
clears -- our vision clears.
And in the passage
From the cradle to the grave
We are born, madly dancing
Rushing headlong through the
crashing of the days
We run on and on
Without a backwards glance
We run on and on
Without a backwards glance.
The places dash and the faces
dart
Like fishes in a dream
Hiding 'neath the murky banks
of long forgotten streams
The lines of life are never long
when seen from end to end
The future's never coming
and the past has never been.
There's a ring around the moon
tonight
And a chill in the air
And a fire in the stars that
hang -- so near;
so near.

Na Passagem

Há um anel ao redor da lua
esta noite
E um frio no ar
E um fogo nas estrelas que
pendem -- tão perto;
tão perto.
Há um som no vento que
sopra
Através das montanhas selvagens
Como os suspiros de mil almas
chorando;
Almas chorando --
Há um tempo em que o viajante
está fadado a encontrar
Que a visão se voltou
para trás -- para trás
E os passos dados ontem
Chamam novamente
E levam ao fim de sua cansativa
jornada -- fim da jornada.
E na passagem
Do berço à cova
Nascemos, dançando loucamente
Correndo de cabeça baixa através do
estrondo dos dias
Corremos sem parar
Sem olhar para trás
Corremos sem parar
Sem olhar para trás.
Mas eu lancei meu destino com a
esposa de Ló
Virei meu olhar
Sabendo nem o que se buscava
nem o que se encontraria
Atendendo à fraqueza, alimentando
força
A vida, afinal, é frágil
Busco novamente a fonte do rio
através do véu sombrio do tempo.
No século que se esvai rapidamente
giramos pelos anos
Rezo para que nossa visão
falha se clareie -- nossa visão se clareie.
E na passagem
Do berço à cova
Nascemos, dançando loucamente
Correndo de cabeça baixa através do
estrondo dos dias
Corremos sem parar
Sem olhar para trás
Corremos sem parar
Sem olhar para trás.
Os lugares correm e os rostos
se apressam
Como peixes em um sonho
Escondendo-se sob as margens turvas
de riachos há muito esquecidos
As linhas da vida nunca são longas
quando vistas de ponta a ponta
O futuro nunca chega
e o passado nunca existiu.
Há um anel ao redor da lua
esta noite
E um frio no ar
E um fogo nas estrelas que
pendem -- tão perto;
tão perto.




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