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Dangerinho

Letra

    Eu não sei o que eu fiz
    Não me deram a chance do perdão, isso deixou cicatriz
    Faz um tempo que não falo o que tô sentindo aqui
    Então vou abrir meus olhos, saibam o que pode vir
    Ao remar contra a maré
    Não tem limite ao pé
    Mas eu só quero

    Voar para um novo lugar
    Onde ninguém vai estar
    Breve ao reclamar
    Que não vão me achar
    Querem me encurralar
    Mas eu não vou falar
    Onde querem estar?
    Onde querem estar?
    Nesse dia tão claro já é fato
    Que eu tenho asas para voar
    Sem pensar, sem parar, sem caçar
    Sem matar, sem roubar, sem errar
    Só zelar, melhorar
    Se a vida é um jogo, nunca vou pausar
    Mandamento da vida não atrapalha
    Vai me ouvir gritar
    The skies, é o limite
    Esses caras só cantam uns shit
    Apertando shift
    Saudade da vida que eu nunca tive
    Se um dia ter é só males do mar
    Calmo ao perceber que ninguém vai esperar
    Então segue em frente e nunca reclamar
    Seis quer meu banquete, não quer trabalhar
    Ralei pra carai para poder respirar
    O que é difícil é botar na cabeça que viemos do mesmo lugar
    Já faço o que desde criança venho almejar
    Passado é passado, presente vai estar
    Passado é passado, não querem tentar
    Passado é passado, é difícil ralar

    Eu não sei o que eu fiz
    Não me deram a chance do perdão, isso deixou cicatriz
    Faz um tempo que não falo o que tô sentindo aqui
    Então vou abrir meus olhos, saibam o que pode vir
    Ao remar contra a maré
    Não tem limite ao pé
    Mas eu só quero

    Não paro no tempo, sigo evoluindo
    Jogando na voz quem não tinha me ouvido
    Sendo a palavra de quem se calou
    Por conta do pai ou por conta da dor
    Em nome do pai, me liberta, Senhor
    Quero que me escute, peço por favor
    Ateu nunca soube o que é ter valor
    Não tenho nada contra quem nunca errou
    Fazem por amor ou na força do ódio
    Se ganhar grana é consequência do pódio
    Falo sem remorso que eu tenho sorte
    Por ainda não ter presenciado a morte
    Eu bato de frente com quem nunca pode
    É ser muito fraco contar com a sorte
    Agora eu paro e penso com ódio no que fiz no passado
    Se tornou um livro, virar mochila de amigo se tornou um vício
    Zoeiras à parte, meu mano, eu amo tudo isso
    Não quero viver do que eles fizeram pra mim
    Cê sabe que esse futuro não é o que eu quero pra mim
    Não quero pra mim

    Eu não sei o que eu fiz
    Não me deram a chance do perdão, isso deixou cicatriz
    Faz um tempo que não falo o que tô sentindo aqui
    Então vou abrir meus olhos, saibam o que pode vir
    Ao remar contra a maré
    Não tem limite ao pé
    Mas eu só quero

    Composição: Paulo Henrique de Carvalho Rodrigues. Essa informação está errada? Nos avise.

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