Life In a Tenement Square
Well I Kissed the Day, I Was On My Way
From Those Cold Gray Blocks of Stone
For Seventeen Years of Squalor Filled Tears
A Time Now With Innocence Lost
As the Sun Split the Room
With Its Rays Filled With Gloom
Turnin' All Hope to Despair
And the Only Thing Left
Was to Flee From the Nest
That Was Life in a Tenement Square:
I Remember the Song Where the Rats Sang Along
And Danced For Their Daily Bread
While the Damp Washed the Walls
That Were Twenty Feet Tall
Not a Child in the House Was Fed
On the Porter Filled Face
Of the Men Left a Trace
Of the Coin They Had Already Spent
While Our Mothers Asked God
What Was Hell Ever For
When You Lived in a Tenement Square
Grab What's Left of the Coal
From the Ol' Cubbyhole
These Cinders Need More to Be a Fire
While the Ghosts of the Soldiers
That Lived There Before Us
Laugh With Their Guns By Their Side
I Hear Them Laugh, With Their Guns By Their Side
Now Politicians They Dwell
In That Forgotten Hell
Our Misery's Been Turned Into Mews
Where the Fat of the Land
Now Hog, Hand-in-hand
A Crime Now of Life Was Ever True
As the Sun Split the Room
With Its Rays Filled With Gloom
Turnin' All Hope to Despair
And the Only Thing Left
Was to Flee From the Nest
That Was Life in a Tenement Square...
Vida em uma Praça de Cortiços
Bem, eu beijei o dia, estava a caminho
Daquelas frias e cinzentas paredes de pedra
Por dezessete anos de lágrimas cheias de miséria
Um tempo agora com a inocência perdida
Enquanto o sol iluminava o quarto
Com seus raios cheios de tristeza
Transformando toda esperança em desespero
E a única coisa que restou
Foi fugir do ninho
Que era a vida em uma praça de cortiços:
Eu me lembro da canção onde os ratos cantavam juntos
E dançavam pelo pão de cada dia
Enquanto a umidade lavava as paredes
Que tinham vinte pés de altura
Nenhuma criança na casa era alimentada
No rosto marcado do porteiro
Os homens deixaram um rastro
Da moeda que já tinham gasto
Enquanto nossas mães perguntavam a Deus
Pra que servia o inferno
Quando você vivia em uma praça de cortiços
Pegue o que sobrou do carvão
Desse velho buraco
Essas cinzas precisam de mais pra virar fogo
Enquanto os fantasmas dos soldados
Que viveram lá antes de nós
Riem com suas armas ao lado
Eu os ouço rir, com suas armas ao lado
Agora os políticos habitam
Nesse inferno esquecido
Nossa miséria foi transformada em estábulos
Onde a gordura da terra
Agora se empoleira, lado a lado
Um crime agora da vida foi sempre verdadeiro
Enquanto o sol iluminava o quarto
Com seus raios cheios de tristeza
Transformando toda esperança em desespero
E a única coisa que restou
Foi fugir do ninho
Que era a vida em uma praça de cortiços...