La Carta
Quise que el lápiz hoy hablara para mí
Y me dijera lo que siento
Puse a prueba el don de poeta que adquirí
Lo que escribo aquí es cierto
En la carta que dejé, que dice así
Hola, nena, ¿a ti cómo te va?
Ya van unos cuantos diciembres sin tu amor
Nunca imaginé este final
Pero no pude forcejear con el tiempo
Sé que te tuviste que marchar
Pero yo nunca podré olvidar
Tus besos, caricias debajo del mar
Abrazos muy fuertes cuando me enseñaste a nadar
Sucesos, que nunca podré olvidar
Dejaste un vacío que nadie ha podido llenar
Solo tú, solo tú
Sin ti, soy Nueva York sin las torres gemelas
Un niño hambriento, buscando a su abuela, mi amor
Sin ti, soy un velero que ha roto las velas
Quizás un marinero que el frío congela
Solo, quisiera darle al tiempo atrás
Cada día me pregunto por qué no te olvido
Si me llaman otras, y tú en mi oído suenas
¿Será que algún reencuentro las vidas nos tienen?
Eres la sirena que corre por mis venas
Sé que te tuviste que marchar
Pero yo nunca podré olvidar
Tus besos, caricias debajo del mar
Abrazos muy fuertes cuando me enseñaste a nadar
Sucesos, que nunca podré olvidar
Dejaste un vacío que nadie ha podido llenar
Solo tú, solo tú
A carta
Eu queria que o lápis falasse por mim hoje
E me diga o que eu sinto
Coloquei à prova o dom de poeta que adquiri
o que eu escrevo aqui é verdade
Na carta que deixei, que diz isso
Oi querida, como vai você?
Já se passaram alguns dezembros sem o seu amor
nunca imaginei esse final
Mas eu não poderia lutar com o tempo
Eu sei que você teve que sair
Mas eu nunca posso esquecer
Seus beijos, carícias no fundo do mar
Grandes abraços quando você me ensinou a nadar
Eventos que nunca poderei esquecer
Você deixou um vazio que ninguém conseguiu preencher
só você, só você
Sem você, sou Nova York sem as torres gêmeas
Uma criança faminta, procurando sua avó, meu amor
Sem você sou um veleiro que quebrou as velas
Talvez um marinheiro que o frio congela
Sozinho, eu gostaria de voltar no tempo
Todos os dias me pergunto porque não te esqueço
Se os outros me chamam, e você soa no meu ouvido
Será que algumas vidas de reencontro nos têm?
Você é a sereia que corre em minhas veias
Eu sei que você teve que sair
Mas eu nunca posso esquecer
Seus beijos, carícias no fundo do mar
Grandes abraços quando você me ensinou a nadar
Eventos que nunca poderei esquecer
Você deixou um vazio que ninguém conseguiu preencher
só você, só você