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Romance de Cadeira 3

Daniel F

Kursi Romanza 3

Siempre oi muchas palabras
Mil poesias limitadas
Muchos versos a la amada
Oi canciones retratadas
Con guitarras desesperadas
Y un cielo de voces apagadas
Y visite mas de un lugar
Pero nunca vi tu mundo
Ese de mirar profundo
No me entere de tu universo
No conoci un solo verso
Ke me haga olvidar
Kise ir hasta tu orilla
Aunke sea de rodillas
Yo moria en pocos momentos
Solo vivi enamoramientos
Todos lejos de realizar
Bastaba con una mirada
Ke era como una puñalada
Ke desgarraba mi ekidad
Kise ir hasta tus costas
Y vivir unos instantes
Como jovenes amantes
Y edificar voces de arena
No de prisas no de penas
Si de ilusiones por cobrar
Como quisiera que me abraces
Aunque sea en un acto de buena fe
Como quisiera que me digas
La palabra que nunca oire...

Como anclar en tu bahía,
Apoderarme de tu playa
Y hablar silencios a la nada
Y luego tomar tu mano
Y recorrer eso no dado
Todo el litoral de tu mirada
Como el vaiven de aquellas olas
Que un dia vimos a solas
Estando lejos de tu mar
Como la noche en el camino
De veredas sin destinos
Que se abrian a nuestro andar
Quisiera cuentos con finales
Donde las doncellas no se van
Aquella arena calcinante
No me dejo ver el desierto
De tus voces caminantes
Y fui minandome de errores
No de tiempos no de amores
Deseando muertes fulminantes
Y soñaba mil rescates
De mis muertes simuladas
De mi prosa ilusionada
Como quisiera que me abraces
Estando aun mi cuerpo frio
Estando mi alma arrinconada
Como quisiera que me mires
Y no voltees jamas
Como quisiera que me digas
La palabra...
Como quisiera que me abraces
Y estar así hasta el final
Como quisiera que me digas
La palabra que nunca oiré
Hoy mis manos ya no hablan
Y mi guitarra ya no canta mas….

Romance de Cadeira 3

Sempre ouvi muitas palavras
Mil poesias limitadas
Muitos versos à amada
Ouvi canções retratadas
Com guitarras desesperadas
E um céu de vozes apagadas
E visitei mais de um lugar
Mas nunca vi seu mundo
Esse de olhar profundo
Não entendi seu universo
Não conheci um só verso
Que me fizesse esquecer
Quis ir até sua beira
Mesmo que fosse de joelhos
Eu morria em poucos momentos
Só vivi enamoramentos
Todos longe de se realizar
Bastava com um olhar
Que era como uma facada
Que rasgava minha equidade
Quis ir até suas costas
E viver uns instantes
Como jovens amantes
E edificar vozes de areia
Não de pressas, não de penas
Se de ilusões por cobrar
Como eu queria que você me abraçasse
Mesmo que fosse em um ato de boa fé
Como eu queria que você me dissesse
A palavra que nunca ouvirei...

Como ancorar na sua baía,
Me apoderar da sua praia
E falar silêncios ao nada
E depois pegar sua mão
E percorrer o que não foi dado
Todo o litoral do seu olhar
Como o vai e vem daquelas ondas
Que um dia vimos a sós
Estando longe do seu mar
Como a noite no caminho
De veredas sem destinos
Que se abriam ao nosso andar
Queria contos com finais
Onde as donzelas não se vão
Aquela areia calcinante
Não me deixou ver o deserto
Das suas vozes caminhantes
E fui me minando de erros
Não de tempos, não de amores
Desejando mortes fulminantes
E sonhava mil resgates
Das minhas mortes simuladas
Da minha prosa ilusionada
Como eu queria que você me abraçasse
Estando ainda meu corpo frio
Estando minha alma arrinconada
Como eu queria que você me olhasse
E não virasse nunca mais
Como eu queria que você me dissesse
A palavra...
Como eu queria que você me abraçasse
E estar assim até o final
Como eu queria que você me dissesse
A palavra que nunca ouvirei
Hoje minhas mãos já não falam
E minha guitarra já não canta mais…

Composição: