Tradução gerada automaticamente

Pedro Rojas
Daniel Viglietti
Pedro Rojas
Pedro Rojas
Costumava escrever com seu dedo grande no ar:Solía escribir con su dedo grande en el aire:
"Viva os camaradas! Pedro Rojas","¡Viban los compañeros! Pedro Rojas",
de Miranda del Ebro, pai e homem,de Miranda del Ebro, padre y hombre,
marido e homem, ferroviário e homem,marido y hombre, ferroviario y hombre,
pai e mais homem, Pedro e suas duas mortes.padre y más hombre, Pedro y sus dos muertes.
Papel de vento, o mataram: passa!Papel de viento, lo han matado: ¡pasa!
Caneta de carne, o mataram: passa!Pluma de carne, lo han matado: ¡pasa!
"Avise a todos os camaradas logo!""¡Abisa a todos compañeros pronto!"
Pau em que penduraram sua madeira,Palo en el que han colgado su madero,
o mataram;lo han matado;
o mataram aos pés de seu dedo grande!¡lo han matado al pie de su dedo grande!
Mataram, ao mesmo tempo, Pedro, Rojas!¡Han matado, a la vez, a Pedro, a Rojas!
Viva os camaradas¡Viban los compañeros
à cabeceira de seu ar escrito!a la cabecera de su aire escrito!
Viva com essa b do urubu nas entranhas¡Viban con esta b del buitre en las entrañas
de Pedro e de Rojas, do herói e do mártir!de Pedro y de Rojas, del héroe y del mártir!
Registrando-o, morto, surpreenderam-noRegistrándole, muerto, sorprendiéronle
em seu corpo um grande corpo,en su cuerpo un gran cuerpo,
para a alma do mundo,para el alma del mundo,
e na jaqueta uma colher morta.y en la chaqueta una cuchara muerta.
Pedro também costumava comerPedro también solía comer
entre as criaturas de sua carne, arrumar, pintarentre las criaturas de su carne, asear, pintar
a mesa e viver docementela mesa y vivir dulcemente
em representação de todo o mundo.en representación de todo el mundo.
E essa colher andou em sua jaqueta,Y esta cuchara anduvo en su chaqueta,
desperta ou bem quando dormia, sempre,despierto o bien cuando dormía, siempre,
colher morta viva, ela e seus símbolos.cuchara muerta viva, ella y sus símbolos.
Avise a todos os camaradas logo!¡Abisa a todos compañeros pronto!
Viva os camaradas aos pés desta colher para sempre!¡Viban los compañeros al pie de esta cuchara para siempre!
O mataram, obrigando-o a morrerLo han matado, obligándole a morir
a Pedro, a Rojas, ao operário, ao homem, àquelea Pedro, a Rojas, al obrero, al hombre, a aquél
que nasceu bem menininho, olhando para o céu,que nació muy niñín, mirando al cielo,
e que depois cresceu, ficou vermelhoy que luego creció, se puso rojo
e lutou com suas células, seus nãos,y luchó con sus células, sus nos,
suas ainda, suas fomes, seus pedaços.sus todavías, sus hambres, sus pedazos.
O mataram suavementeLo han matado suavemente
entre os cabelos de sua mulher, a Juana Vásquez,entre el cabello de su mujer, la Juana Vásquez,
a hora do fogo, no ano do tiroa la hora del fuego, al año del balazo
e quando já andava perto de tudo.y cuando andaba cerca ya de todo.
Pedro Rojas, assim, depois de morto,Pedro Rojas, así, después de muerto,
essuscitou, beijou seu caixão ensanguentado,se levantó, besó su catafalco ensangrentado,
chorou por Espanha.lloró por España.
e voltou a escrever com o dedo no ar:y volvió a escribir con el dedo en el aire:
"Viva os camaradas! Pedro Rojas"."¡Viban los compañeros! Pedro Rojas".
Seu cadáver estava cheio de mundo.Su cadáver estaba lleno de mundo.



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