395px

Cafuné

Dante

Cafuné

Ya no concibo el día a día si no eres tú quien me guía
Si no eres tú quien me mira no conozco la alegría
No hay persona viva que consiga que yo así me ría
Te prometo, vida mía, que sin ti mi vida está vacía

Y déjame cuidarte como nadie te ha cuidado
Y repetirte otra mañana lo guapa que has despertado
Déjame ser tu juguete favorito del pasado
Para el día que te hagas vieja pueda seguir a tu lado

Despertarnos en Madrid para acostarnos en Galicia
Mientras siento cómo el viento da tua terra te acaricia
Y solo yo poder saber cómo estás siendo de feliz
Mientras vives en tu norte, yo pierdo el mío por ti

En tus ojos siempre invierno, en tus labios siempre verano
Si muriese por besarte, me mataba sin pensarlo
En tus piernas es otoño, primavera por tus manos
Ten mi pecho, todo tuyo, sin dudar te lo regalo

Y muero si pienso que algún día te pierdo
Pero pierdo el miedo tras recordar que
Ya morí por tu risa, tus ojos, tu pelo
Tus manos, tu forma de ser

Ya no hay nada que pueda matarme
Como tú lo hiciste la primera vez
Si me arrancan los cinco sentidos
Mato por la vista y por volverte a ver

Cúrame si puedes del daño que me inflijo
Te doy mi tes, te doy la vez para que seas mi cobijo
Y quiéreme si quieres, como nadie lo hizo
Te doy mi paz, te doy mi voz y el apellido de mis hijos

Te doy todo lo que tengo y aún así sería rico
Porque no hay mayor fortuna que poder estar contigo
Porque no hay mayor tesoro que tener tu amor de abrigo
Y porque no hay mayor regalo que dormir bajo tu ombligo

Si te llamo la arquitecta de mis ganas de vivir
Es porque estaba yendo a pique, sin intención de salir
Y para serte sincero, hoy te lo debo todo a ti
Porque gracias a tu aliento mi pecho volvió a latir

Y hoy solo quiero un futuro a tu vera
Y todo lo que vea sea a ti sonreír
Solo pido que mires el cielo
Que seas mi credo, que sé que te quiero

Y muero si pienso que algún día te pierdo
Pero pierdo el miedo tras recordar que
Ya morí por tu risa, tus ojos, tu pelo
Tus manos, tu forma de ser

Ya no hay nada que pueda matarme
Como tú lo hiciste la primera vez
Si me arrancan los cinco sentidos
Mato por la vista y por volverte a ver

Cafuné

Já não consigo encarar o dia a dia se não for você quem me guia
Se não for você quem me olha, não conheço a alegria
Não há pessoa viva que consiga me fazer rir assim
Te prometo, minha vida, que sem você minha vida está vazia

E me deixe cuidar de você como ninguém cuidou
E repetir amanhã o quanto você acordou linda
Deixe-me ser seu brinquedo favorito do passado
Para o dia em que você envelhecer, eu possa continuar ao seu lado

Acordar em Madrid para dormir na Galícia
Enquanto sinto como o vento da sua terra te acaricia
E só eu posso saber como você está sendo feliz
Enquanto você vive no seu norte, eu perco o meu por você

Nos seus olhos sempre inverno, nos seus lábios sempre verão
Se eu morresse por te beijar, me mataria sem pensar
Nas suas pernas é outono, primavera nas suas mãos
Tenha meu peito, é todo seu, sem dúvida te dou

E eu morro se penso que algum dia te perco
Mas perco o medo ao lembrar que
Já morri por seu sorriso, seus olhos, seu cabelo
Suas mãos, seu jeito de ser

Já não há nada que possa me matar
Como você fez da primeira vez
Se me arrancam os cinco sentidos
Morro pela vista e por te ver de novo

Cure-me se puder do dano que me inflijo
Te dou meu tes, te dou a vez para que seja meu abrigo
E me ame se quiser, como ninguém fez
Te dou minha paz, te dou minha voz e o sobrenome dos meus filhos

Te dou tudo que tenho e mesmo assim seria rico
Porque não há maior fortuna do que poder estar com você
Porque não há maior tesouro do que ter seu amor como abrigo
E porque não há maior presente do que dormir sob seu umbigo

Se te chamo de arquiteta das minhas vontades de viver
É porque estava afundando, sem intenção de sair
E para ser sincero, hoje te devo tudo
Porque graças ao seu sopro meu peito voltou a bater

E hoje só quero um futuro ao seu lado
E tudo que eu veja seja você sorrindo
Só peço que olhe para o céu
Que seja meu credo, que sei que te amo

E eu morro se penso que algum dia te perco
Mas perco o medo ao lembrar que
Já morri por seu sorriso, seus olhos, seu cabelo
Suas mãos, seu jeito de ser

Já não há nada que possa me matar
Como você fez da primeira vez
Se me arrancam os cinco sentidos
Morro pela vista e por te ver de novo

Composição: