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Tal Para Qual

Darío Gómez

Tal Para Cual

Pobremente yo te amé y dentro de mi humildad
Había un futuro muy grande
Pero a tu ambición mujer, no me pude acomodar
Y por pobre me cambiaste

El ladrón que me quitó aquel día tu querer
Que fácil te ha liberado
Si tú eres tal para cuál, no lo debiste perder
Hoy que sola te han dejado

No pude imaginar que tu maldito amor
No comprará el dinero
Eres tal para cuál, porque el que lo compró
No tiene sentimientos

¿Qué haces aquí en mi aldea?, sal donde no te vea
Que yo no te he buscado
Y dile a ese señor que por pobre que soy
No merezco sobrados
Yo soy pobre bien lo sé, pero de gusto a la vez
Y el amor que me enseñaron
Fue un amor sin interés y no así como crees
Yo soy como me educaron

El ladrón que me quitó aquel día tu querer
Que fácil te ha liberado
Si tú eres tal para cuál, no lo debiste perder
Hoy que sola te han dejado

No pude imaginar que tu maldito amor
No comprará el dinero
Eres tal para cuál, porque el que lo compró
No tiene sentimientos

¿Qué haces aquí en mi aldea?, sal donde no te vea
Que yo no te buscado
Y dile a ese señor que por pobre que soy
No merezco sobrados

Tal Para Qual

Pobremente eu te amei e dentro da minha humildade
Havia um futuro muito grande
Mas à sua ambição, mulher, não consegui me adaptar
E por ser pobre, você me trocou

O ladrão que me tirou naquele dia o seu querer
Que fácil te liberou
Se você é tal para qual, não devia ter perdido
Hoje que sozinha te deixaram

Não pude imaginar que seu maldito amor
Não compra dinheiro
Você é tal para qual, porque quem o comprou
Não tem sentimentos

O que você faz aqui na minha aldeia?, sai pra eu não te ver
Que eu não te procurei
E diga a esse senhor que por mais pobre que eu seja
Não mereço migalhas
Eu sou pobre, bem sei, mas com gosto também
E o amor que me ensinaram
Foi um amor sem interesse e não como você pensa
Eu sou como me educaram

O ladrão que me tirou naquele dia o seu querer
Que fácil te liberou
Se você é tal para qual, não devia ter perdido
Hoje que sozinha te deixaram

Não pude imaginar que seu maldito amor
Não compra dinheiro
Você é tal para qual, porque quem o comprou
Não tem sentimentos

O que você faz aqui na minha aldeia?, sai pra eu não te ver
Que eu não te procurei
E diga a esse senhor que por mais pobre que eu seja
Não mereço migalhas

Composição: Alvaro Arroyo