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Ato IV.I - "Um Último Adeus a Valía" - Um hino uivante para o despertar de Aneon.

Darkside Of Innocence

Act IV.I - "To Bid Valia a Last Farewell" - A howling hymn for Aneon's awakening.

What a tragedy it was
To contemplate Aneon's emergence
And then held it there, such a theatre of dismay

Character speech - Laila:

"-Mother...
I hear the black crow of damnation howling
Such a melodramatic melody of death
Resurrection coming further within
Leading our souls to an eternal rest
So mother
Why have thou forsaken me?
Mother... Into his hands I trully commend my spirit..."

Beholder of a malison miracle
That foresaw was by Omega,
The spreading of all disguising spite
Exploding hatred in dismal despite...

Await thus for the whole enchanted planet
Till it suddenly commences to spire, all alight
May his odium upon the gods, deceive Laila
As she will condemn Vália to total obliteration

Narration Line:

"Thus... an eternal plague
Of misery and despair, was mercilessly brought
Oh… with thee maligned...
A trembled realm, the devil skewer has wrought"

A greater cause for darkness
To consume all light over
As she lingered enslaved
To serve an omnipresent demon

Narration Line:

"Aneon's the serpent tongue,
That embraced Vália, in a macabre realm
Carving then the heart of Laila, so tightly
A lie, so careless to ensnare"

Her shattered crafted heart,
Did not take it and stepped for unpleasant laments
How Laila dreaming black,
Dreaming black...
Dreaming black...
Dreaming black...

Ato IV.I - "Um Último Adeus a Valía" - Um hino uivante para o despertar de Aneon.

Que tragédia foi
Contemplar o surgimento de Aneon
E então mantê-lo ali, um teatro de desespero

Fala da personagem - Laila:

"-Mãe...
Eu ouço o corvo negro da condenação uivando
Uma melodia melodramática de morte
A ressurreição vindo mais adentro
Conduzindo nossas almas a um descanso eterno
Então mãe
Por que me abandonaste?
Mãe... Em suas mãos eu realmente confio meu espírito..."

Observador de um milagre amaldiçoado
Que foi previsto por Omega,
A propagação de todo desprezo disfarçado
Explodindo ódio em desdém sombrio...

Aguarde assim por todo o planeta encantado
Até que de repente comece a espiral, todo iluminado
Que seu ódio sobre os deuses, engane Laila
Enquanto ela condenará Valía à total obliteracão

Linha de narração:

"Assim... uma praga eterna
De miséria e desespero, foi impiedosamente trazida
Oh… contigo maldito...
Um reino tremido, que o diabo esculpiu"

Uma causa maior para a escuridão
Consumir toda a luz sobre
Enquanto ela permanecia escravizada
Para servir a um demônio onipresente

Linha de narração:

"Aneon é a língua da serpente,
Que abraçou Valía, em um reino macabro
Esculpindo então o coração de Laila, tão apertado
Uma mentira, tão descuidada para enredar"

Seu coração quebrado e moldado,
Não suportou e se lançou a lamentos desagradáveis
Como Laila sonhando em preto,
Sonhando em preto...
Sonhando em preto...
Sonhando em preto...

Composição: Pedro Remiz, André Reis