The Kaleidoscope of Retreat
Give me some silence so that I can touch
The undisturbed lucidity of the air
L feel my pulse in my sleep, through dreams that hide within
L open to the images which lazily float in
Each generation has a story to tell
Stripped of our dream we sit down on clouds
And vanish together with the setting Sun
Fading among the letters written to the past
We wander and weave our nights together with
Mornings
Thoughts strain to hear the voice of life unfulfilled
The drama of evenings and nights when the we only dream of leaving
Deep in the shadow the fear of the invisible appears
Silence arrives next and sits between us
Once again light crumbles in our hands
Misfortune makes stronger memories than bliss
Space crushes us down, grabs us and chokes us
Sweet dream of satisfaction haunts us no more
We awake full of fears that all we built
Soon will fall apart again
But the song never dies with the man
Absorbing light we become light ourselves
O Caleidoscópio do Retiro
Dê-me algum silêncio para que eu possa tocar
A lucidez inabalada do ar
Sinto meu pulso em meu sono, através de sonhos que se escondem dentro
Abro-me para as imagens que flutuam preguiçosamente
Cada geração tem uma história para contar
Despidos de nosso sonho, sentamos nas nuvens
E desaparecemos junto com o pôr do sol
Desvanecendo entre as cartas escritas ao passado
Vagamos e tecemos nossas noites junto com
Manhãs
Pensamentos se esforçam para ouvir a voz da vida não realizada
O drama das noites em que só sonhamos em partir
No fundo da sombra, o medo do invisível aparece
O silêncio chega e se senta entre nós
Mais uma vez, a luz desmorona em nossas mãos
A desgraça cria memórias mais fortes do que a felicidade
O espaço nos esmaga, agarra-nos e sufoca
O doce sonho de satisfação não nos assombra mais
Acordamos cheios de medo de que tudo o que construímos
Logo se desfaça novamente
Mas a canção nunca morre com o homem
Absorvendo a luz, nos tornamos luz nós mesmos