The Next Day

David Bowie

exibições 10.786

The Next Day

"Look into my eyes", he tells her
"I’m gonna say goodbye" he says, yeah
"Do not cry", she begs of him, "goodbye", yeah
All that day she thinks of his love, yeah

They whip him through the streets and alleys there
The gormless and the baying crowd right there
They can’t get enough of that doomsday song
They can’t get enough of it all

Listen!

"Listen to the whores", he tells her
He fashions paper sculptures of them
Then drags them to the river‘s bank in the cart
Their soggy paper bodies wash ashore in the dark
And the priest, stiff in hate, now demanding fun, begin
Of his women dressed as men for the pleasure of that priest

Here I am
Not quite dying
My body left to rot in a hollow tree
Its branches throwing shadows
On the gallows for me
And the next day
And the next
And another day

Ignoring the pain of their particular diseases
They chase him through the alleys, chase him down the steps
They haul him through the mud and they chant for his death
And drag him to the feet of the purple headed priest

First they give you everything that you want
Then they take back everything that you have
They live upon their feet and they die upon their knees
They can work with satan while they dress like the saints
They know god exists for the devil told them so
They scream my name aloud down into the well below

Here I am
Not quite dying
My body left to rot in a hollow tree
Its branches throwing shadows
On the gallows for me
And the next day
And the next
And another day

Here I am
Not quite dying
My body left to rot in a hollow tree
Its branches throwing shadows
On the gallows for me
And the next day
And the next
And another day

Here I am
Not quite dying
My body left to rot in a hollow tree
Its branches throwing shadows
On the gallows for me
And the next day
And the next
And another day

Listen!

O Dia Seguinte

"Olhe nos meus olhos", ele diz a ela
"Eu vou dizer adeus", ele diz
"Não chore", ela implora, "adeus"
Todo aquele dia ela pensa no amor dele

Eles chicoteiam-no pelas ruas e becos
A burrice e a multidão aos gritos bem ali
Eles não enjoam daquela canção do fim do mundo
Eles não enjoam daquilo tudo

Ouçam!

"Ouça as prostitutas", ele diz a ela
Ele molda esculturas de papel delas
E então arrasta eles para o leito do rio num carrinho
Seus corpos encharcados de papel param na margem no escuro
E o padre, todo ódio, agora exige que a diversão comece
Com suas mulheres vestidas de homens para o prazer daquele padre

Aqui estou eu
Ainda não estou morrendo
Meu corpo foi deixado para apodrecer numa árvore oca
Seus ramos lançando sombras
Na forca pronta para mim
E no dia seguinte
E no próximo
E num outro dia

Ignorando a dor de suas doenças específicas
Eles perseguem-no pelas ruas, perseguem seus passos
Eles arrastam-no pelo lodo e cantam pela sua morte
E arrastam-no para os pés do padre de cabeça roxa

Primeiro eles te dão tudo o que você quer
Aí eles tiram tudo o que você tem
Eles vivem em pé e morrem de joelhos
Eles operam com Satanás, mas se vestem como santos
Eles sabem que Deus existe porque o Diabo lhes contou
Eles gritam o meu nome em voz alta poço abaixo

Aqui estou eu
Ainda não estou morrendo
Meu corpo foi deixado para apodrecer numa árvore oca
Seus ramos lançando sombras
Na forca pronta para mim
E no dia seguinte
E no próximo
E num outro dia

Aqui estou eu
Ainda não estou morrendo
Meu corpo foi deixado para apodrecer numa árvore oca
Seus ramos lançando sombras
Na forca pronta para mim
E no dia seguinte
E no próximo
E num outro dia

Aqui estou eu
Ainda não estou morrendo
Meu corpo foi deixado para apodrecer numa árvore oca
Seus ramos lançando sombras
Na forca pronta para mim
E no dia seguinte
E no próximo
E num outro dia

Ouçam!

Composição: David Bowie · Esse não é o compositor? Nos avise.
Enviada por frankie, Traduzida por mardybum, Legendado por laís e Wesley
Viu algum erro na tradução? Envie sua correção.