In the Wide Ruin
There was a city
In this desert
Shining with fountains
And pools of clear
sweet water.
So many clouds
of white birds soaring
It might have been
the sea...and there
was music.
Deep in the wild heart
Nothing ever changes
Deep in the wild heart
Nothing remains.
A place of stone
A tower of glass
Where bells of hammered brass
rang for hours.
Deep in the wild heart
Nothing ever changes
Deep in the wild heart
Nothing remains.
Over the horizon
Into the majesty.
As far as I can see
There is nothing of humanity.
In all your windy space
There is no trace of us.
I want to see
A human heart,
Show it to me...
Show it to me...
Deep in the wild heart
Nothing ever changes
Deep in the wild heart
Nothing remains.
Sleep, wild heart
In the wide ruin.
Na Grande Ruína
Havia uma cidade
Neste deserto
Brilhando com fontes
E poços de água
Doce e clara.
Tantas nuvens
De pássaros brancos voando
Poderia ter sido
O mar... e lá
Havia música.
No fundo do coração selvagem
Nada nunca muda
No fundo do coração selvagem
Nada permanece.
Um lugar de pedra
Uma torre de vidro
Onde sinos de latão
soaram por horas.
No fundo do coração selvagem
Nada nunca muda
No fundo do coração selvagem
Nada permanece.
Além do horizonte
Para a majestade.
Até onde consigo ver
Não há nada da humanidade.
Em todo o seu espaço ventoso
Não há vestígio de nós.
Quero ver
Um coração humano,
Mostre-me...
Mostre-me...
No fundo do coração selvagem
Nada nunca muda
No fundo do coração selvagem
Nada permanece.
Durma, coração selvagem
Na grande ruína.