Barcos de Papel
Un eclipse de silencios
Un atardecer en cualquier café
Mis palabras no tienen dueño
Que las quiera entender
Vagabundo de deseos
Capitán sin fe de barcos de papel
Remolino de pensamientos
Cuando veo amanecer
Y que solitas se quedan las olas
Cuando el sol se agota
Y que solito me quedao esperándote
buscando tu perdón
No supe que decir al verte allí
Mirándome sin prestarme atención
No supe que decir y "enamorao" de ti
Voy pasando las horas
No supe que decir ni a que acudir
Quizás mujer merezca tu perdón
No tengo a donde ir y enamorao de ti
Mi corazón se ahoga
Tus te quieros no los quiero
Si son de papel, barcos de papel
Tu recuerdo ya lo llevo
Clavaito en mi piel
Pago el precio sin dinero
Ven y asómate a mi sensatez
No merezco ser tu dueño ni tampoco perder
Y que solitas se quedan las olas, cuando el sol se agota
Y que solito me quedao esperandote
Buscando tu perdón
No supe que decir al verte allí
Mirándome sin prestarme atención
No supe que decir y enamorao de ti
Voy pasando las horas
No supe que decir ni a que acudir
Quizás mujer merezca tu perdón
No tengo a donde ir y enamorao de ti
Mi corazón se ahoga
Ahora navego sorteando puertos de resentimientos
Los siete mares si hace falta por ti cruzaré
En barcos de papel
No supe que decir al verte allí
Mirándome sin prestarme atención
No supe que decir y enamorao de ti
Voy pasando las horas
No supe que decir ni a que acudir
Quizás mujer merezca tu perdón
No tengo a donde ir y enamorao de ti
Mi corazón se ahoga
De mis dudas soy el dueño
Al menos me queda eso
Barcos de Papel
Um eclipse de silêncios
Um pôr do sol em qualquer café
Minhas palavras não têm dono
Que as queira entender
Vagabundo de desejos
Capitão sem fé de barcos de papel
Redemoinho de pensamentos
Quando vejo amanhecer
E que sozinhas ficam as ondas
Quando o sol se esgota
E que sozinho fiquei te esperando
Buscando seu perdão
Não soube o que dizer ao te ver ali
Me olhando sem me dar atenção
Não soube o que dizer e "apaixonado" por ti
Vou passando as horas
Não soube o que dizer nem a quem recorrer
Talvez, mulher, eu mereça seu perdão
Não tenho aonde ir e apaixonado por ti
Meu coração se afoga
Teus "eu te amo" não quero
Se são de papel, barcos de papel
Teu lembrança já carrego
Cravada na minha pele
Pago o preço sem dinheiro
Vem e dá uma olhada na minha sensatez
Não mereço ser teu dono nem também perder
E que sozinhas ficam as ondas, quando o sol se esgota
E que sozinho fiquei te esperando
Buscando seu perdão
Não soube o que dizer ao te ver ali
Me olhando sem me dar atenção
Não soube o que dizer e apaixonado por ti
Vou passando as horas
Não soube o que dizer nem a quem recorrer
Talvez, mulher, eu mereça seu perdão
Não tenho aonde ir e apaixonado por ti
Meu coração se afoga
Agora navego desviando de portos de ressentimentos
Os sete mares, se precisar, por ti cruzarei
Em barcos de papel
Não soube o que dizer ao te ver ali
Me olhando sem me dar atenção
Não soube o que dizer e apaixonado por ti
Vou passando as horas
Não soube o que dizer nem a quem recorrer
Talvez, mulher, eu mereça seu perdão
Não tenho aonde ir e apaixonado por ti
Meu coração se afoga
Das minhas dúvidas sou o dono
Pelo menos me resta isso