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A Fossa e o Pêndulo

Dawn Of Tears

The Pit And The Pendulum

The cruel crowd of the monks
spoke the word to choose my destiny
Sentence! Condemn me to the sufferings
Victim of their sadism

My flesh lost in darkness, deepest one of the obscurities that I've ever seen
Consider[ing] my dungeon as my crypt, 1000 inquisitorial eyes watching me
I couldn't see nothing, between the nightmares, Am I dead or alive?
I felt down and my face touched the void of the abyss that I've found down on me.

Cold, humid, square cell in the middle, [not?] circle
Death could be so sweet but no[t] this way
Later muzzled in a [wooden?] [illegible]
Gleam of the blade that [is] hanging above
The rats liberated my bonds
As the pendulum slowly descends onto me
I'll be free! But no[t] for long...

My flesh lost in darkness, deepest one of the obscurities that I've ever seen
Consider[ing] my dungeon as my crypt, 1000 inquisitorial eyes watching me
I couldn't see nothing between the nightmares. Am I dead or alive?
I felt down and my face touched the void of the abyss that I've found down on me

Down in me...

My flesh lost in darkness, deepest one of the obscurities that I've ever seen
Consider[ing] my dungeon as my crypt, 1000 inquisitorial eyes watching me
I couldn't see nothing between the nightmares. Am I dead or alive?
I felt down and my face touched the void of the abyss that I've found down on me

But... I'm free!

A Fossa e o Pêndulo

A cruel multidão dos monges
falou a palavra para escolher meu destino
Sentença! Condena-me aos sofrimentos
Vítima do seu sadismo

Minha carne perdida na escuridão, a mais profunda das obscuridades que já vi
Considerando minha masmorra como minha cripta, mil olhos inquisitoriais me observando
Não consegui ver nada, entre os pesadelos, estou morto ou vivo?
Cai e meu rosto tocou o vazio do abismo que encontrei em mim.

Fria, úmida, cela quadrada no meio, [não?] círculo
A morte poderia ser tão doce, mas não [dessa] forma
Depois amordaçado em um [madeira?] [ilegível]
Brilho da lâmina que [está] pendurada acima
Os ratos libertaram meus laços
Enquanto o pêndulo desce lentamente sobre mim
Vou estar livre! Mas não [por] muito tempo...

Minha carne perdida na escuridão, a mais profunda das obscuridades que já vi
Considerando minha masmorra como minha cripta, mil olhos inquisitoriais me observando
Não consegui ver nada entre os pesadelos. Estou morto ou vivo?
Cai e meu rosto tocou o vazio do abismo que encontrei em mim

Dentro de mim...

Minha carne perdida na escuridão, a mais profunda das obscuridades que já vi
Considerando minha masmorra como minha cripta, mil olhos inquisitoriais me observando
Não consegui ver nada entre os pesadelos. Estou morto ou vivo?
Cai e meu rosto tocou o vazio do abismo que encontrei em mim

Mas... estou livre!