Mama, ia liubera liubliu
Kto s mechom k nam pridiot,
Tot ot mecha i pogibnet!
Mama!
On ne pank, on ne khippi, on ne khehvi-metallist,
On ne mazhor, ne tusovshchik, mama, on ne buddist,
On ne niukhaet klej, on ne kurit travu,
On otdelaet liubogo teoretika kung-fu.
Pripev:
Mama! Mama! Mama! Mama!
Ia liubera liubliu!
On za zheleznyj poriadok, on skromno odet,
On pochti bez nakolok, mama, on - intelligent!
Ot zagranichnoj zarazy on spasaet Moskvu,
On torchit ot Kobzona, on zhaleet Mu-mu.
Pripev:
On mne darit tsepochki, on mne darit znachki,
V ego kozhanoj kurtke zveniat piatachki
Kazhnu noch' iz Moskvy on mne privozit trofej:
Skal'py vrazheskikh pankov, amulety khippej.
Pripev:
Liubliu...
Liubliu...
Mamãe, eu te amo
Quem com a espada vier até nós,
Esse da espada vai perecer!
Mamãe!
Ele não é punk, não é hippie, não é metalista,
Ele não é playboy, não é da balada, mamãe, ele não é budista,
Ele não cheira cola, não fuma maconha,
Ele é um teórico de kung-fu, meu amor.
Refrão:
Mamãe! Mamãe! Mamãe! Mamãe!
Eu te amo!
Ele é a favor da ordem, ele se veste com simplicidade,
Ele quase não tem tatuagens, mamãe, ele é inteligente!
Ele salva Moscou da praga estrangeira,
Ele se afasta do Kobzon, ele lamenta o Mu-mu.
Refrão:
Ele me dá correntinhas, ele me dá broches,
Na jaqueta de couro dele, os cadarços tilintam.
Toda noite de Moscou ele me traz um troféu:
Cabelos de punks inimigos, amuletos de hippies.
Refrão:
Eu amo...
Eu amo...