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The Seminary of Desolation . . . At The Helm Of The Abyss

Dead Of Winter

Letra

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The Seminary of Desolation . . . At The Helm Of The Abyss

The Seminary of Desolation . . . At The Helm Of The Abyss

In the valley of shade,
There dwells a darkened chapel, painted in horror
Towering spires draw down the moon
To open the gate to purgatory
To open the gate to purgatory...

The seminary of desolation
At the helm of the abyss
Beneath the cracked and rotting floorboards
The reaches of a bottomless pit

Seething with foul winds flowing upwards
Its limitless shafts strewn with hook and bone
From the endless depths of emptiness
The culmination of nihilism

Fallen out of light!?!
In the dank trenches of the black navel of Gehenna!

Falling out of time!?!
In the spiraling dimensions of demi gravity!!!

Spilling through the broken and crumbling barrier
To tumble down with entrails flailing
Shredded wings dangle limp and impotent
And feathers float up on the fetid air
Drifting on wafts of putrid breath
Belched upwards from the gaping maw below

Descent into the effervescent maelstrom
Encompassed by the fall
Drawn down to the bleakest versions of reality
Beneath the seminary of desolation
Delving into the dismal realm of shadows
To be born again through the womb of unlight!

Falling… downwards…

O Seminário da Desolação . . . No Comando do Abismo

No vale da sombra,
Habita uma capela sombria, pintada de horror
Torres imponentes puxam a lua
Para abrir o portão do purgatório
Para abrir o portão do purgatório...

O seminário da desolação
No comando do abismo
Debaixo do chão rachado e podre
As profundezas de um poço sem fundo

Borbulhando com ventos fétidos subindo
Seus poços sem limites espalhados com gancho e osso
Das profundezas sem fim do vazio
A culminação do niilismo

Caído da luz!?!
Nas trincheiras úmidas do umbigo negro de Geena!

Caindo fora do tempo!?!
Nas dimensões espiraladas da demi gravidade!!!

Derramando-se através da barreira quebrada e em ruínas
Para despencar com as entranhas se debatendo
As asas rasgadas pendem moles e impotentes
E penas flutuam no ar fétido
Flutuando em bafos de hálito podre
Expelidos para cima da boca aberta abaixo

Descida no redemoinho efervescente
Envolto pela queda
Puxado para as versões mais sombrias da realidade
Debaixo do seminário da desolação
Mergulhando no reino sombrio das sombras
Para renascer através do útero da não-luz!

Caindo... para baixo...




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