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Felicidade de um Abraço Morto

Deadwater Drowning

Bliss From A Dead Embrace

Just another day with two empty hands.
Drag me through gravel.
Take me far from here.
Too tired to use my wings.
Just do not forget me.
Breathe your arson breath.
Kiss my cyanide lips.
Bliss from a dead embrace.
This is how we put an end to each other.
Beg for yours, beg for mine.
Bleed again and I give in.
Open your mouth, open my arms.

Apologetic death.
I'm sorry that it had to come to this.
I have grown so sick of this plague of insecurities.
I can't trust myself to help myself.
And these razors beg for skin.
I dance in cold seasons.
Numbs hands from distant touch.
It's not supposed to hurt this much and I don't know why this had to be a game of bleeding thoughts.
It's too fucking hard to think about.

Memories built from glass.
I see you in my dreams more often. Eyes empty, piercing mine.
Dead weight, dead stare.
Dead to the point that I cannot care.
That you, that I.
Watch each other bleed and love to cry.
Fell in, fell out. Begged on broken knees and a swollen mouth. Held hands, held up.
Took everything I had to give and then you gave up.
It's probably not as bad as it seems.

I am just stuck in my own worst dreams. The ones where you rip my heart from my chest.
Come back for a kiss and burn what's left.
What a goddamn nightmare.
I'm still awake in my own hell. This is not where I die for you. This is where I stop crying over you. I can't walk away.

I'm bound here by hope.
Tied here by memories. They hold me steadfast.
Drown me in oceans of your failing hands.
Subtle and delicate, we live this dance.
Motions of porcelain. Whispers to the stars.
What has brought me this far?
It was not supposed to be this hard to breathe

Felicidade de um Abraço Morto

Apenas mais um dia com as mãos vazias.
Me arraste pelo cascalho.
Leve-me longe daqui.
Estou cansado demais para usar minhas asas.
Apenas não se esqueça de mim.
Respire seu hálito incendiário.
Beije meus lábios de cianeto.
Felicidade de um abraço morto.
É assim que colocamos um fim um no outro.
Implore pelo seu, implore pelo meu.
Sangre de novo e eu me entrego.
Abra sua boca, abra meus braços.

Morte apologética.
Sinto muito que tenha que chegar a isso.
Estou tão doente dessa praga de inseguranças.
Não consigo confiar em mim mesmo para me ajudar.
E essas lâminas imploram por pele.
Eu danço em estações frias.
Mãos dormentes de toques distantes.
Não era pra doer tanto assim e eu não sei por que isso teve que ser um jogo de pensamentos sangrentos.
É difícil pra caralho pensar sobre isso.

Memórias construídas de vidro.
Vejo você nos meus sonhos com mais frequência. Olhos vazios, perfurando os meus.
Peso morto, olhar morto.
Mortos a ponto de eu não conseguir me importar.
Você, eu.
Assistimos um ao outro sangrar e adoramos chorar.
Cai dentro, cai fora. Imploramos de joelhos quebrados e boca inchada. Mãos dadas, sustentadas.
Tirei tudo que tinha pra dar e então você desistiu.
Provavelmente não é tão ruim quanto parece.

Estou apenas preso nos meus piores sonhos. Aqueles onde você arranca meu coração do meu peito.
Volte para um beijo e queime o que sobrou.
Que pesadelo do caralho.
Ainda estou acordado no meu próprio inferno. Este não é o lugar onde eu morro por você. Aqui é onde eu paro de chorar por você. Não consigo me afastar.

Estou preso aqui pela esperança.
Amarrado aqui por memórias. Elas me seguram firme.
Afogue-me em oceanos de suas mãos falhas.
Sutil e delicado, vivemos essa dança.
Movimentos de porcelana. Sussurros para as estrelas.
O que me trouxe até aqui?
Não deveria ser tão difícil respirar.

Composição: