Sorry Laid The Hearth
In the middle of the night
I returned to the orchards of heaven
To greet what's ours with splendor
And remember each season with spiritual grace reached through the chasm
Dog-eared time brings us together
An acuteness of feeling through decades
Sublime! Ah, picture me
I see you crying by fire
Gutted machines, the criss-crossed thistle spines
Thatch across the char
Taut, desire snuffed, stress be damned
I'll follow you like a dog to rain-covered ruins
Beautiful scion, the young heathens we envy
Become ghouls at the feet of dark marble columns
Burning down for the sole arena of statues, suffering
With my head on yours, we are made sick from them
What appears as sanctity, we see sneers
Unseen agony, a tragedy born to be rupturing endlessly
Primadonna, liquor store sage wears off in vain
Our mornings still begin blistering with sedentary misery
Shadow, be my lover now
Soft green eyes, I'm sleepless
And I'm losing sleep by the dozen
I dissolve in thoughts of you
An olive tree is what I seek
The bird with only a branch cut from the almond grove
Hypnotic foxglove, it's you that I owe
After glassy-eyed drinks in Italian winter
Wondering how did I bring the blood
To my reason for being, light of my life?
Home again and a dive into traffic
Men wipe ash from their faces
Mothers bury their children
Plastics waft in the wind
I cry, cry, cry, cry, cry
Please release me
Desculpe, Deixei o Coração
No meio da noite
Eu voltei para os pomares do céu
Para saudar o que é nosso com esplendor
E lembrar de cada estação com a graça espiritual alcançada através do abismo
O tempo amassado nos une
Uma intensidade de sentimentos através das décadas
Sublime! Ah, me imagine
Eu te vejo chorando perto do fogo
Máquinas despedaçadas, os espinhos de cardo entrelaçados
Palha sobre as cinzas
Tenso, desejo apagado, que se dane o estresse
Eu te seguirei como um cachorro até as ruínas cobertas de chuva
Bela descendente, os jovens pagãos que invejamos
Tornam-se ghouls aos pés de colunas de mármore escuro
Queimando para a única arena de estátuas, sofrendo
Com minha cabeça na sua, ficamos doentes por causa deles
O que parece santidade, vemos sorrisos sarcásticos
Agonia invisível, uma tragédia destinada a romper sem fim
Primadonna, a sabedoria da loja de bebidas se esvai em vão
Nossas manhãs ainda começam ardendo com miséria sedentária
Sombra, seja meu amante agora
Olhos verdes suaves, estou sem dormir
E estou perdendo o sono aos montes
Eu me dissolvo em pensamentos sobre você
Uma oliveira é o que eu busco
O pássaro com apenas um galho cortado do pomar de amêndoas
Dedaleira hipnótica, é a você que eu devo
Depois de drinks com olhos vidrados no inverno italiano
Me perguntando como eu trouxe o sangue
Para minha razão de ser, luz da minha vida?
Em casa de novo e um mergulho no tráfego
Homens limpam cinzas de seus rostos
Mães enterram seus filhos
Plásticos flutuam ao vento
Eu choro, choro, choro, choro, choro
Por favor, me liberte