395px

Os Lagos de Pontchartrain

Deanta

The Lakes Of Pontchartrain

The Lakes Of Pontchartrain
'Twas on one bright March morn
ing I bid New Orleans adieu
And I took the rode to Jackson town, me fortune to renew
I cursed all foreign money, no credit could I gain
Which filled me heart with longing for the lakes of Pontchartrain

I stepped on board of a railroad car beneath the morning sun
I rode the road 'til evening and I laid me down again
All strangers there, no friends to me, 'til a dark girl towards me came
And I fell in love with a Creole girl by the lakes of Pontchartrain

I said, "My pretty Creole girl, me money here's no good
If it weren't for the alligators, I'd sleep out in the wood"
"You're welcome here, kind stranger, our house, it's very plain
But we never turn a stranger out from the lakes of Pontchartrain"

She took me to her mammy's house and treated me right well
The hair upon her shoulders in jet-black ringlets fell
To try and paint her beauty, I'm sure 'twould be in vain
So handsome was my Creole girl by the lakes of Pontchartrain

And I asked her if she'd marry me, she'd said it could never be
For she had got another, and he was far at sea
She said that she would wait for him and true she would remain
'Til he returned for his Creole girl by the lakes of Pontchartrain

So fare thee well, me bonny own girl, I never will see no more
But I'll ne'er forget your kindness in the cottage by the shore
And at each social gathering a flowing glass I'll raise
And I'll drink a health to me Creole girl and the lakes of Pontchartrain

Os Lagos de Pontchartrain

Os Lagos de Pontchartrain
Era numa manhã clara de março
que me despedi de Nova Orleans
E peguei a estrada rumo a Jackson, pra recomeçar minha sorte
Eu xinguei todo dinheiro estrangeiro, nenhum crédito eu consegui
O que encheu meu coração de saudade pelos lagos de Pontchartrain

Entrei num vagão de trem sob o sol da manhã
Viajei até a noite e deitei de novo
Eram todos estranhos ali, sem amigos pra mim, até que uma morena se aproximou
E eu me apaixonei por uma garota crioula à beira dos lagos de Pontchartrain

Eu disse: "Minha linda garota crioula, meu dinheiro aqui não vale nada
Se não fossem os jacarés, eu dormiria na mata"
"Você é bem-vindo aqui, estranho gentil, nossa casa é bem simples
Mas nunca expulsamos um estranho dos lagos de Pontchartrain"

Ela me levou pra casa da mãe dela e me tratou muito bem
Os cabelos sobre os ombros caíam em cachos negros como a noite
Pra tentar descrever sua beleza, eu sei que seria em vão
Tão linda era minha garota crioula à beira dos lagos de Pontchartrain

E eu perguntei se ela casaria comigo, ela disse que nunca poderia ser
Pois ela tinha outro, e ele estava longe no mar
Ela disse que esperaria por ele e que seria fiel
Até que ele voltasse pra sua garota crioula à beira dos lagos de Pontchartrain

Então, adeus, minha linda garota, nunca mais te verei
Mas nunca esquecerei sua bondade na cabana à beira-mar
E em cada reunião social, um copo eu levantarei
E vou brindar à minha garota crioula e aos lagos de Pontchartrain

Composição: Jörgen Elofsson