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Graça

Dear And The Headlights

Grace

Shaking my teeth loose on your table
The dullest white squares I'll never be
Now that you've picked each one apart you can't look at me
I'll probably lose you now
But at least the ones I have still sparkle

Putting on your makeup everyday before he wakes up
So he could stomach your face now easier than he could without

Yeah this is love
This is all that you could want
Open equals heavier

Hold your hand out palm side up
Open, empty, light enough
Minutes all turn to months
This is one thing we have all learned
Equations always make up a sum
But it doesn't add up

Signing up for that second semester
Because you won't marry me without the degree
Once I fix things up right you wont be so embarrassed of me

But I'll never make it now

But at least looking in the mirror wont feel like lying

Posing for your still visions
Acedemic postcard prisons

Raise your chin, love

Purged a poem I swore was finished
Heaping lines half chewed unconscious

Settle on a plot, chalk another loss
Stage set for
Breathing and choking on swallowed conversations
Clutching and crawling for constant validation
Still nailed in the ruins of corporate co-dependence
Still stuck on the thought that you're the one exception

All the while the same

I'm worried that the purpose is
How I look, not how I lived
Let's get dolled up and play pretend
Cause nothing stays honest when
Every thought is cursed with intent
A pulse covered in skin and words covered in lips

The taste of regret as it leaves your stomach
Coating your tongue with every noun
Watery eyes the only thing that makes sense now

Spitting your insides out

Start over
Start over

Start over
Start over
Start over

Graça

Chacoalhando meus dentes soltos na sua mesa
Os quadrados brancos mais sem graça que eu já vi
Agora que você separou cada um, não consegue mais me olhar
Provavelmente vou te perder agora
Mas pelo menos os que eu tenho ainda brilham

Colocando sua maquiagem todo dia antes dele acordar
Pra ele conseguir aguentar seu rosto agora mais fácil do que sem

É, isso é amor
Isso é tudo que você poderia querer
Aberto é igual a mais pesado

Estenda sua mão com a palma pra cima
Aberto, vazio, leve o suficiente
Minutos se transformam em meses
Essa é uma coisa que todos aprendemos
Equações sempre resultam em uma soma
Mas isso não bate

Me inscrevendo para aquele segundo semestre
Porque você não vai se casar comigo sem o diploma
Uma vez que eu ajeitar as coisas, você não vai ter mais vergonha de mim

Mas eu nunca vou conseguir agora

Mas pelo menos olhar no espelho não vai parecer uma mentira

Posando para suas visões paradas
Prisão de cartões postais acadêmicos

Levante o queixo, amor

Descartei um poema que eu jurei que estava acabado
Acumulando linhas meio mastigadas, inconscientes

Decida um enredo, anote outra derrota
Cenário preparado para
Respirar e engasgar em conversas engolidas
Apertando e rastejando por validação constante
Ainda preso nas ruínas da co-dependência corporativa
Ainda preso na ideia de que você é a única exceção

Enquanto isso tudo é igual

Estou preocupado que o propósito seja
Como eu pareço, não como eu vivi
Vamos nos arrumar e brincar de faz de conta
Porque nada fica honesto quando
Cada pensamento é amaldiçoado com intenção
Um pulso coberto de pele e palavras cobertas de lábios

O gosto do arrependimento ao sair do seu estômago
Cobertura na sua língua com cada substantivo
Olhos marejados, a única coisa que faz sentido agora

Cuspindo suas entranhas

Começar de novo
Começar de novo

Começar de novo
Começar de novo
Começar de novo

Composição: Joel Marquard, Ian Metzger, Chuckie Duff, Pj Waxman, Mark Kulvinskas