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Correndo para o Fim

Dear Tonight

Rushing At Ends

We toss words around like whispers to be dramatic.
Lace it through our language, pass on through our ears, ''we're on our way out.''
Kids making jokes and stepping on cracks, they swear
We toss this word around like a whisper...
(until it explodes like a grenade).

Suicide is a fucking myth
It's always a genocide:
Explodes in homes, leaves shaky walls.
Takes out everyone who's ever breathed a breath or shared a day
Clips them off at the knees; organs seize.
They're losing blood and not making any sense...

So now everyone sits in the room
Full of too many tired kids
Too few meaningful words,
And a sun that never seemed so cold.

And the scariest picture isn't the corpse
But the shell of a family
Still living, half hung.

Sitting in back i can feel my ribs popping one by one,
Digging into my lungs like wooden daggers,
Rough and broken off by kids with vampires hot on their heels.
I can feel my ribs

Maybe his piping was weak:
The blood pushed too damn hard
The heart kept its own rhythm
Like a sweet souled mad jazzman

But he broke the song
He broke the song with an off time improv and now there's nothing.
There's nothing but we're screaming, screaming like this can do something
Like there's something in songs that rings truer and louder...

But there's nothing.
And we're screaming like this will do something,

Like these songs
Can stick in your skull longer than death, but they can't
No they can't and they wont pump through your veins truer than death.
And i don't know what's left
And i'll sing these words, they're not doing shit
This song is all lies and i'll keep screaming like words help

They can't.
I quit.

Correndo para o Fim

Jogamos palavras como sussurros pra ser dramático.
Entrelaçamos na nossa língua, passando pelos nossos ouvidos, ''estamos saindo.''
Crianças fazendo piadas e pisando nas rachaduras, eles juram
Jogamos essa palavra como um sussurro...
(até que explode como uma granada).

Suicídio é um puta mito
É sempre um genocídio:
Explode em casas, deixa paredes tremendo.
Leva todo mundo que já respirou ou compartilhou um dia
Corta eles pelos joelhos; órgãos param.
Estão perdendo sangue e não fazem sentido nenhum...

Então agora todo mundo senta na sala
Cheia de crianças cansadas demais
Palavras significativas de menos,
E um sol que nunca pareceu tão frio.

E a imagem mais assustadora não é o corpo
Mas a casca de uma família
Ainda viva, meio pendurada.

Sentado atrás, posso sentir minhas costelas estalando uma a uma,
Cavando nos meus pulmões como facas de madeira,
Rústicas e quebradas por crianças com vampiros no pé.
Posso sentir minhas costelas

Talvez a pressão dele fosse fraca:
O sangue empurrava com força demais
O coração mantinha seu próprio ritmo
Como um maluco do jazz com alma doce

Mas ele quebrou a canção
Ele quebrou a canção com uma improvisação fora de tempo e agora não há nada.
Não há nada, mas estamos gritando, gritando como se isso pudesse fazer algo
Como se houvesse algo nas canções que soa mais verdadeiro e mais alto...

Mas não há nada.
E estamos gritando como se isso fosse fazer algo,

Como se essas canções
Pudessem ficar na sua cabeça mais que a morte, mas não podem
Não, elas não podem e não vão bombear pelas suas veias mais verdadeiramente que a morte.
E eu não sei o que sobrou
E eu vou cantar essas palavras, elas não estão fazendo nada
Essa canção é toda mentira e eu vou continuar gritando como se palavras ajudassem

Elas não podem.
Eu desisto.

Composição: