Tradução gerada automaticamente
Born Of Human Repugnance
Decades of Despair
Born Of Human Repugnance
Devastation through repellent hands. Down in a purulent cavernous breach, cryptic earth's wound that seems outlandish, unveiled by precious eclipse's glints. We won't turn back until we've seen the perishing core issue from sins, the sovereign called Gargaroth. Offspring of agony, odium and human repugnance, worship your emperor. Born of desire to admire life excruciation, bow down for Gargaroth. Offspring of hatred, despise and human repugnance, worship your emperor. Born of desire to admire life excruciation, bow down for Gargaroth. Unfolding the virtuous lair, walls of entrails, columns of corpses and ground of cold flesh that are screaming their pain. Trampling the wretched souls, from the ages of our ancestors. From the silence inspiring anguish, from the darkness the screech will perish. Fire, thunder and flames from his horrid and repellent hands, scourge and demolish all prolific lands. And I won't die in this dreary fortress, in sacred kingdoms we'll prevail. But in the end death's breeze will all embrace our chests, we won't deceive our dismal fate. Devastation through repellent hands.
Nascido da Repugnância Humana
Devastação por mãos repulsivas.
Lá em uma caverna purulenta e profunda,
ferida críptica da terra que parece estranha,
desvelada pelos brilhos de um eclipse precioso.
Não vamos voltar atrás até vermos o núcleo perecendo
surgir dos pecados, o soberano chamado Gargaroth.
Filho da agonia, ódio e repugnância humana,
você adora seu imperador.
Nascido do desejo de admirar a excruciação da vida,\nse curve para Gargaroth.
Filho do ódio, desprezo e repugnância humana,
você adora seu imperador.
Nascido do desejo de admirar a excruciação da vida,
se curve para Gargaroth.
Desdobrando a caverna virtuosa,
murros de entranhas, colunas de cadáveres
e chão de carne fria que grita sua dor.
Pisoteando as almas miseráveis,
dos tempos de nossos ancestrais.
Do silêncio que inspira angústia,
do escuro o grito vai perecer.
Fogo, trovão e chamas de suas mãos horrendas e repulsivas,
flagelo e demolição de todas as terras prolíficas.
E eu não vou morrer nesta fortaleza sombria,
nos reinos sagrados nós prevaleceremos.
Mas no final, a brisa da morte abraçará nossos peitos,
não vamos enganar nosso destino sombrio.
Devastação por mãos repulsivas.



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