An Empty Gesture
I'm greeting my disciples, with a promise by my side,
To raise this bloody kingdom,
From beneath it's crimson tide...
My Suffolk blood doth boil,
To notions that hath been redeemed,
For it is time to claim back,
What was once this kingdom's dream...
The glory of wealth remains sold,
The code of wisdom depends how it's told,
For nature largely she receives, nor so is satisfied
In solitude, at the ruins of a shrine,
The weak served the strong yet the blind led the blind,
Where the will for penance is fullfilled...
I bid sentence welcome in it's paramount decree
For it is more deserving than the fleeting whim of dreams
That rest unnamed among the chronicles of kings,
But the skirmish of repugnance carries on...
Subordinate knights of bone and blood,
Of fear and cursed rule...
Who dares to view this foul regime,
My throne, my mothers womb...
Behold the ways of mother earth,
That burdens servile tasksm
My destiny does hunt me as my throne becomes my tomb...
Like a false lord who hath received,
And renders nothing back.
From fallaceness, from vain perplexity,
Unprofitably I travel toward the grave...
Um Gesto Vazio
Estou cumprimentando meus discípulos, com uma promessa ao meu lado,
Para erguer este reino sangrento,
Das profundezas de sua maré carmesim...
Meu sangue de Suffolk ferve,
Para noções que foram redimidas,
Pois é hora de reivindicar,
O que um dia foi o sonho deste reino...
A glória da riqueza continua vendida,
O código da sabedoria depende de como é contado,
Pois a natureza, em grande parte, recebe, mas não se satisfaz
Na solidão, nas ruínas de um santuário,
Os fracos serviram os fortes, mas os cegos guiaram os cegos,
Onde a vontade de penitência é cumprida...
Dou boas-vindas à sentença em seu decreto supremo
Pois é mais digna do que o capricho passageiro dos sonhos
Que permanecem sem nome entre as crônicas dos reis,
Mas a luta da repugnância continua...
Cavaleiros subordinados de osso e sangue,
De medo e regra amaldiçoada...
Quem se atreve a ver este regime podre,
Meu trono, o ventre da minha mãe...
Eis os caminhos da mãe terra,
Que sobrecarregam tarefas servil,
Meu destino me persegue enquanto meu trono se torna meu túmulo...
Como um falso senhor que recebeu,
E não devolve nada.
Da falsidade, da vã perplexidade,
Inutilmente viajo em direção ao túmulo...