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Antimatéria

Dee-C Underground

Antimateria

Buah
No busco la luz en el túnel
Soy el vacío que dejó un universo
Al perder su antimateria

Mi magnetismo perfecto
Son dos polos que se conectan
Soy batería recargable
Lleno de energías perfectas

La perfección de mi técnica
Con música se proyecta
Siendo una gran obra maestra
Para gente predilecta

Tengo todo el intelecto
Que desearías escuchar
Soy una enciclopedia viva
Que quisieras lecturar

Mucho quiero rap escribir
Mucho quiero rap cantar
Consumo las psicofonías
Del sonido más vintage

Muchas horas que dedico
Escribiendo sobre el papel
Otras mismas pienso y pozo
Mi postura ante el píxel

La ley que sigue mi cuerpo
Tan solo es la de atraer
Escucha solo esta antítesis
Semántica en ron y miel

Esta estática equipada
De sonidos y equilibrio
Hacen que mi paz mental
Sea una sola con los libros

Me alejo de las personas
Cegadas por su ludibrio
Y su parte neurobiológica
La activo con mi rap y ritmos

He de resolver problemas
Siempre todo es matemático
Mis barras son puras balas
Diplomo a lo diplomático

Tengo historias que demuestran
Que sin armas soy pragmático
Para escribir no hay un lugar
Solo tiempo siendo un gramático

Es por fricción de los bajos
Que sientes mi rap en tus arterias
Hoy te traigo el estilo
Más under de la periferia

Rodeado de varios mundos
Donde quiera que transito
Hoy mi menú musical
Es pura y cruda antimateria

Y aquí estoy
Exonerando mi alma
Viéndome yo desde el techo
Desrealizado en la calma

Viendo mi cuerpo escribiendo
Entre su entorno sonoro
Con mezclas heterogéneas
Mi letras y el beat se empalman

Concebible es mi lenguaje
Y con ese mismo infundo
Lo sagrado de mi letra
Impregnada en un manuscrito

Manejo un vocabulario
Que el tiempo vuelve invaluable
Así como la misma sangre
Del Papa Pablo II

Mi rap con antipartículas
Y un crudo contenido
Hacen bebidas destiladas
Y con mis musas me encurdo

Luego, entre mis resacas
Reproduzco lo ya dicho
Y noto que mi rap es un dummies
En la ciencia de lo absurdo

Licor cefalorraquídeo
Consumo junto al tintero
Mis ojeras son apuntes
De historietas por contar

El café está más amargo
Sin azúcar, presbítero
El poder que el rap me otorga
Para poder deleitar

Tus oídos
Y sentidos
Con mensajes interfiero
Toda una semiología
Que mi rap viene a expresaar

Si repites esta trama
Contextual que aquí te expreso
Notarás ese sabor
Que produzco en tu paladar

Y es por fricción de los bajos
Que sientes mi rap en tus arterias
Hoy te traigo el estilo
Más under de la periferia

Rodeado de varios mundos
Donde quiera que transito
Hoy mi menú musical
Es pura y cruda antimateria

Créditos
Sí
Sí
Es pura y cruda antimateria
Hecha desde laboratorio sonoro
Smoke récords
El puto sello
Donde la energía vibratoria de
Dee-c
Dee-c underground
Se propaga por ondas musicales
De la nueva fuerza rimante

Antimatéria

Buá
Não busco a luz no túnel
Sou o vazio que deixou um universo
Ao perder sua antimatéria

Meu magnetismo perfeito
São dois polos que se conectam
Sou bateria recarregável
Cheio de energias perfeitas

A perfeição da minha técnica
Com música se projeta
Sendo uma grande obra-prima
Para a galera predileta

Tenho todo o intelecto
Que você gostaria de ouvir
Sou uma enciclopédia viva
Que você queria consultar

Quero muito escrever rap
Quero muito cantar rap
Consumo as psicofonias
Do som mais vintage

Muitas horas que dedico
Escrevendo sobre o papel
Outras vezes penso e mergulho
Minha postura diante do pixel

A lei que rege meu corpo
É só a de atrair
Escute só esta antítese
Semântica em rum e mel

Esta estática equipada
De sons e equilíbrio
Faz com que minha paz mental
Seja uma só com os livros

Me afasto das pessoas
Cegas pelo seu ludibrio
E sua parte neurobiológica
Eu ativo com meu rap e ritmos

Devo resolver problemas
Sempre tudo é matemático
Minhas barras são balas puras
Diplomo no estilo diplomático

Tenho histórias que provam
Que sem armas sou pragmático
Para escrever não há lugar
Só tempo sendo um gramático

É pela fricção dos graves
Que você sente meu rap nas veias
Hoje trago o estilo
Mais underground da periferia

Rodeado de vários mundos
Onde quer que eu transite
Hoje meu menu musical
É pura e crua antimatéria

E aqui estou
Exonerando minha alma
Me vendo do teto
Desrealizado na calma

Vendo meu corpo escrevendo
Entre seu entorno sonoro
Com misturas heterogêneas
Minhas letras e o beat se entrelaçam

Concebível é minha linguagem
E com essa mesma infundo
O sagrado da minha letra
Imprensada em um manuscrito

Manejo um vocabulário
Que o tempo torna inestimável
Assim como o próprio sangue
Do Papa João Paulo II

Meu rap com antipartículas
E um conteúdo cru
Fazem bebidas destiladas
E com minhas musas me embriago

Depois, entre minhas ressacas
Reproduzo o que já foi dito
E percebo que meu rap é um dummies
Na ciência do absurdo

Álcool cefalorraquidiano
Consumo junto ao tinteiro
Minhas olheiras são anotações
De histórias por contar

O café está mais amargo
Sem açúcar, presbítero
O poder que o rap me dá
Para poder deleitar

Seus ouvidos
E sentidos
Com mensagens interfiro
Toda uma semiologia
Que meu rap vem expressar

Se você repetir esta trama
Contextual que aqui te expresso
Notará esse sabor
Que produzo no seu paladar

E é pela fricção dos graves
Que você sente meu rap nas veias
Hoje trago o estilo
Mais underground da periferia

Rodeado de vários mundos
Onde quer que eu transite
Hoje meu menu musical
É pura e crua antimatéria

Créditos
Sim
Sim
É pura e crua antimatéria
Feita no laboratório sonoro
Smoke Records
O selo foda
Onde a energia vibratória de
Dee-c
Dee-c underground
Se propaga por ondas musicais
Da nova força rimante

Composição: Camilo Yepes Osorio