Vida Baja (part. Muelas de Gallo)
Sale el Sol y con el nace la esperanza
Es otro día, otra mañana en mi colonia marginada
Donde gente, que trabaja no le alcanza para nada
Mucha chamba poca lana aquí la fe nunca se acaba
La gente se levanta tempranito de la cama
Sale o suda, se la raja, va en busca de la marmaja
Evade los atracos, pistolas, navajas
La quincena es pa despensa, pa la caja, pa la tanda
Pa la renta, pa las cuentas, pa la fiesta pues no alcanza
Mientras se llene la panza, se ve como se avanza
Hoy es un nuevo día, hoy nace otra esperanza
Es solo otro día en esta vida baja
I grow up on the crime side
Reppin for the low life
Stay in the lab with no job
This is street hop
Reppin for the low life
Low life
Only way out it's raping
Pero cuando el Sol se mete comienza la amenaza
Aunque hay robo al medio día, en la noche todo pasa
La banda, la mafia, peleándose la plaza
El barrio arde en brazas, pirotecnia, de balas
Donde no hay nada escrito y no hay piedad si te resbalas
Los viejos sus consejos, enseñanzas de sus canas
No hablo de la cárcel, si no cabezas nevadas
Hoy los morros, cargan armas huelen monas y te atracan
Desafiando a la muerte, va buscando la calaca
Bajo influjo de la mota, influjo de las pastas
El rostro de mi barrio, el rostro que nadie relata
Mi barrio, tu barrio por donde quiera hay rata
Afuera sigue haciendo frío
Lágrimas sobran en casa
Cuando el refri está vacío
El diario desafío de salir y conseguir
Algo para los míos
Dios no me abandones
Sabes que en ti confió
No quiero meterme en líos
Pero estoy dispuesto a todo
Uno se cansa de perder
De caminar en el lodo
Esta es la vida que herede
Millones igual que yo
Una taza de café y trabajar de Sol a Sol
Pero todo tiene un límite, hoy haré algo diferente
Vine a robar este oxxo, está puesto y en caliente
Salgo lleno de billete, y hay una patrulla en frente
Chingada madre, qué pinche mala suerte
I grow up on the crime side
Stay in the lab with no job
I grow up!
For the low life
Low life
Only way out it's raping
Low Life (parte. Muelas de Gallo)
O sol nasce e a esperança nasce
É outro dia, outra manhã no meu bairro marginal
Onde as pessoas que trabalham não bastam para nada
Muito trabalho, pouca lã aqui, a fé nunca acaba
As pessoas saem da cama cedo
Ele sai ou sua, ele corta, ele vai em busca da marmaja
Fugir de roubos, armas, facas
A quinzena é para a despensa, para a caixa, para o lote
Para o aluguel, para as contas, para a festa, não basta
Enquanto a barriga está cheia, vê-se como progride
Hoje é um novo dia, hoje nasce outra esperança
É apenas mais um dia nesta vida baixa
Eu cresci no lado do crime
Reppin para os pobres
Fique no laboratório sem emprego
Isso é street hop
Reppin para os pobres
Vida baixa
A única saída é estupro
Mas quando o sol se põe, a ameaça começa
Embora haja roubo ao meio-dia, à noite tudo acontece
A gangue, a máfia, lutando contra a praça
O bairro queima em braças, pirotecnia, balas
Onde não há nada escrito e não há misericórdia se você escorregar
Os velhos, seus conselhos, seus ensinamentos sobre cabelos grisalhos
Eu não estou falando sobre prisão, se não cabeças nevadas
Hoje as colinas carregam armas, cheiram lindamente e te roubam
Desafiando a morte, ele vai à procura da caveira
Baixa influência de grão, influência de pastas
A cara do meu bairro, a cara que ninguém conta
Meu bairro, seu bairro onde quer que haja um rato
Ainda está frio lá fora
Lágrimas sobraram em casa
Quando a geladeira está vazia
O desafio diário de sair e conseguir
Algo para mim
Deus não me deixe
Você sabe que eu confio em você
Eu não quero ter problemas
Mas estou pronto para tudo
Você se cansa de perder
De andar na lama
Esta é a vida que herdei
Milhões como eu
Uma xícara de café e trabalho de sol a sol
Mas tudo tem limite, hoje vou fazer algo diferente
Eu vim roubar esse oxxo, tá ligado e quente
Eu saio cheio de passagem, e tem uma patrulha na frente
Foda-se mãe, que azar do caralho
Eu cresci no lado do crime
Fique no laboratório sem emprego
Eu cresci!
Para a vida baixa
Vida baixa
A única saída é estupro