Crimson Echoes
The night bleeds in silence
Every street light drips with crimson echoes
Through empty corridors of broken nights
I hear your voice in every soundless dream
The neon glows but fails to hide the pain
Every corner reminds me of what we lost
Promises cracked, love undone
I taste the ghosts that never fade
The silence cuts deeper than your life
And I remain bound to yesterday
Crimson echoes
Burning in my veins
Lost in the rhythm
Drowning in pain
I keep my heart
You left me hollow
And all that remains
Our echoes are followed
Rain car’s patterns on abandoned glass
I whisper your name, but the night swallows it whole
Every shadow hides another wound
Every silence leaves me colder than before
Every glance, every kiss still haunts me
Every promise was faded in the dark
I tried to move on
But I remain chained to the scars that never heal
Crimson echoes
Burning in my veins
Lost in the rhythm
Drowning in pain
I gave my heart
I begged the night for a whisper of you
But the night only gave me silence
I begged the dawn for a reason to stay
But the dawn revealed only emptiness
I built my life on fragile shadows
But walls collapsed, leaving me bare
Time moved on
Lost in the river
Drowned in pain
I keep my heart
You left me hollow
And all that remains
Are echoes of sorrow
Ecos Carmesins
A noite sangra em silêncio
Cada luz da rua goteja ecos carmesins
Por corredores vazios de noites quebradas
Eu ouço sua voz em cada sonho sem som
O neon brilha, mas não esconde a dor
Cada esquina me lembra do que perdemos
Promessas rachadas, amor desfeito
Eu sinto os fantasmas que nunca desaparecem
O silêncio corta mais fundo que sua vida
E eu continuo preso ao ontem
Ecos carmesins
Ardendo nas minhas veias
Perdido no ritmo
Afogado na dor
Eu guardo meu coração
Você me deixou vazio
E tudo que resta
São ecos que nos seguem
Padrões de chuva no vidro abandonado
Eu sussurro seu nome, mas a noite o engole inteiro
Cada sombra esconde outra ferida
Cada silêncio me deixa mais frio que antes
Cada olhar, cada beijo ainda me assombra
Cada promessa se apagou na escuridão
Eu tentei seguir em frente
Mas continuo preso às cicatrizes que nunca cicatrizam
Ecos carmesins
Ardendo nas minhas veias
Perdido no ritmo
Afogado na dor
Eu dei meu coração
Eu implorei à noite por um sussurro seu
Mas a noite só me deu silêncio
Eu implorei à aurora por um motivo pra ficar
Mas a aurora revelou apenas o vazio
Eu construí minha vida em sombras frágeis
Mas as paredes desabaram, me deixando exposto
O tempo seguiu em frente
Perdido no rio
Afogado na dor
Eu guardo meu coração
Você me deixou vazio
E tudo que resta
São ecos de tristeza