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A Costa Branca

Defiance Ohio

The White Shore

We grew up into lives scrawled on back of mediated maps in their lines invisibly entrapped.
And this birthright more like a birth mark whose area and edges grow ragged with age. A malignancy untested, it consumes us anyway.
It consumes us anyway. It consumes us anyway.

I grew up near the white shore, without ever knowing that name - just how lines starkly drawn will check you in one box or another.
And in the space between past and passing, we hold classroom discussions of Amy Tan novels forgetting this is personal. Family is always personal. History is always personal.

I will not condemn what anyone did to survive.
But I will not defend a culture that makes us decide.
To assimilate or die.
Or that defines survival as
running as fast as you can from the places you came from,
forgetting the things that have made you,
until all that is left is the burning in your lungs or
the pounding in your hear that only has space for contempt for the ones who couldn't quite make it.

That we are all the same: what a happy myth,
where race records become erased records
with time and meter to help us forget
or to take away the sting
as we define survival as
running as fast as you can from the places you came from,
forgetting the things that have made you,
until all that is left is the burning in your lungs or
the pounding in your hear that only has space for contempt for the ones who couldn't quite make it.

A Costa Branca

Crescemos em vidas rabiscadas nas costas de mapas mediáticos, em suas linhas invisivelmente aprisionadas.
E esse direito de nascimento é mais como uma marca de nascença, cuja área e bordas ficam desgastadas com o tempo. Uma malignidade não testada, nos consome de qualquer forma.
Nos consome de qualquer forma. Nos consome de qualquer forma.

Cresci perto da costa branca, sem nunca saber esse nome - só como linhas traçadas de forma tão nítida te colocam em uma caixa ou outra.
E no espaço entre o passado e o presente, temos discussões em sala de aula sobre os romances de Amy Tan, esquecendo que isso é pessoal. Família é sempre pessoal. História é sempre pessoal.

Não vou condenar o que alguém fez para sobreviver.
Mas não vou defender uma cultura que nos faz decidir.
Se assimilar ou morrer.
Ou que define sobrevivência como
correr o mais rápido que puder dos lugares de onde você veio,
esquecendo as coisas que te formaram,
fins que tudo que resta é a queimação em seus pulmões ou
o batimento no seu coração que só tem espaço para desprezo pelos que não conseguiram.

Que somos todos iguais: que mito feliz,
de onde registros raciais se tornam registros apagados
com o tempo e a métrica para nos ajudar a esquecer
ou para tirar a dor
enquanto definimos sobrevivência como
correr o mais rápido que puder dos lugares de onde você veio,
esquecendo as coisas que te formaram,
fins que tudo que resta é a queimação em seus pulmões ou
o batimento no seu coração que só tem espaço para desprezo pelos que não conseguiram.

Composição: