In Our Heads
We cease to be free
In our heads, what we see
The beauty lies always in between
In our minds, in our dreams
Depressed and numbed by this proceeded analogy
Twisted spines destabilizing our anatomy
Blackened thoughts within our resigned minds
Surrender to live, day by day
Scratch my eyes out of my head
And let them decompose
If I no longer grasp to see
Always the same binary scene
Inside the eyes of vacancy
Fade away, fade away
Until you finally see
We cease to be free
In our heads, what we see
The beauty lies always in between
In our minds, in our dreams
Our retinas degenerated by abandonment
As perceiving colours grew functionless
Zeroes and ones run through our minds
Erasing the bloom of humankind
Scratch my eyes out of my head
And let them decompose
If I no longer grasp to see
In a world of constant duality
They've long grown obsolete
Always the same binary scene
Inside the eyes of vacancy
Fade away, fade away
Until you finally see
In life, we are passing by
Living in black and white
So, spare us and withdraw
The colours from our eyes
We cease to be free
In our heads, what we see
The beauty lies always in between
In our minds, in our dreams
We cease to be free
We are created to decompose
Scratch my eyes out of my fucking head
Withdraw it all when I no longer grasp to see
In a world of constant duality
We all cease to be free
Em Nossas Cabeças
Deixamos de ser livres
Em nossas cabeças, o que vemos
A beleza sempre está no meio
Em nossas mentes, em nossos sonhos
Deprimidos e entorpecidos por essa analogia prosseguida
Espinhas torcidas desestabilizando nossa anatomia
Pensamentos enegrecidos dentro de nossas mentes resignadas
Rendemo-nos a viver, dia após dia
Arranque meus olhos da minha cabeça
E deixe-os decompor
Se eu não mais conseguir ver
Sempre a mesma cena binária
Dentro dos olhos do vazio
Desapareça, desapareça
Até que finalmente veja
Deixamos de ser livres
Em nossas cabeças, o que vemos
A beleza sempre está no meio
Em nossas mentes, em nossos sonhos
Nossas retinas degeneradas pelo abandono
À medida que perceber cores se tornou inútil
Zeros e uns correm por nossas mentes
Apagando o florescer da humanidade
Arranque meus olhos da minha cabeça
E deixe-os decompor
Se eu não mais conseguir ver
Em um mundo de dualidade constante
Eles já se tornaram obsoletos
Sempre a mesma cena binária
Dentro dos olhos do vazio
Desapareça, desapareça
Até que finalmente veja
Na vida, estamos passando
Vivendo em preto e branco
Então, poupe-nos e retire
As cores de nossos olhos
Deixamos de ser livres
Em nossas cabeças, o que vemos
A beleza sempre está no meio
Em nossas mentes, em nossos sonhos
Deixamos de ser livres
Fomos criados para decompor
Arranque meus olhos da minha maldita cabeça
Retire tudo quando eu não mais conseguir ver
Em um mundo de dualidade constante
Todos nós deixamos de ser livres