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Revolta na Terra da Abundância

Deichkind

Aufstand im Schlaraffenland

Aufstand im Schlaraffenland
Aufstand im Schlaraffenland
Kommt und legt die Waffen an
ich setz das ganze Land in Brand
ich will nicht mehr, das macht mich krank.

Kaffee, Mett und Karamell
mein Herz ist fett und rasend schnell
ich pflück am Zigarettenstrauch,
ich muss das, weil ich Kette rauch´.
ich zünd den Cognac-Regen an
weil ich so nicht mehr leben kann.
der Brathahn fliegt in´ Mund hinein.
ich kann nicht mehr, ich will nicht, nein.

Aufgequollene, fette Frauen
naschen am Spaghetti-Baum
am weißen Strand aus Kokain
sonnen sie sich und ziehen, ziehen, ziehen.
ich trink vom Wodka-Wasserfall
zieh durchs Land und mach Krawall
ich zünd den ganzen Laden an,
weil ich´s nicht mehr ertragen kann.

Die Leute komm´ und protestieren
sie wollen nicht länger konsumieren
sie schmeißen all die Leckereien
direkt in eure Fresse rein.
sie reißen jetzt die Schnauze auf.
Widerstand wird aufgebaut.
sie klettern auf den Käseberg
und rufen auf zur Gegenwehr.

Revolta na Terra da Abundância

Revolta na Terra da Abundância
Revolta na Terra da Abundância
Vem e coloca as armas pra baixo
Eu vou pôr o país em chamas
Não aguento mais, isso me deixa doente.

Café, carne moída e caramelo
Meu coração tá pesado e acelerado
Eu colho do pé de cigarro,
Eu preciso disso, porque fumo sem parar.
Eu acendo a chuva de conhaque
Porque não consigo mais viver assim.
O frango assado entra na boca.
Não aguento mais, não quero, não.

Mulheres gordas e inchadas
Beliscam do pé de espaguete
Na praia branca de cocaína
Tomam sol e puxam, puxam, puxam.
Eu bebo da cachoeira de vodka
Vago pelo país e faço barulho
Eu vou botar fogo em tudo,
Porque não consigo mais suportar.

As pessoas vêm e protestam
Elas não querem mais consumir
Elas jogam todas as delícias
Direto na sua cara.
Elas estão abrindo a boca agora.
A resistência tá sendo construída.
Elas escalam a montanha de queijo
E convocam a luta.

Composição: