Vigred
Ljubi te mrtvak, ljubi te mrzla kri.
Snubi te z zastrupljeno ro¾o,
Ki v ranem jutru ne vzcveti.
Poje ti ti¹ina, nasilje v ustnicah drhti.
Slika si - milina, lepota, gnoj,
Ki mi smrdi - sen, ki ljubijo ga svinje.
Kurbe in kralji kot vrane v polju
Kljuvajo, kavsajo star obraz
¾e davno je vigred telesa zapustila,
Ovita zdaj v veèni mraz.
Pizda! ljubi te mrtvak, ljubi te milina,
Crknjen vonj telesa, ki ovila ga je zima.
Gnile cvetlice ti v srcu rasto.
Je gnojno, je mehko, totalno èrno.
Gnila cvetlica zavita v temo.
Vojna srca v meni divja
Vojna duha, ki ne sprejme
Ukradenih misli, ne svinjskih,
Ne èistih vtrtih v spomin.
Ni kamna namesto srca.
Tvoje srce je kamen,
Ovira na poti vsega.
Telo si spoznanja,
Ki mrtvim se klanja
Z lepoto, gnojem, ki mi smrdi.
Si kuga, ki blaginjo oznanja.
Le predmet, telo igranja v vojni
V kateri ti si kri!
Vigred
Te amo, morto, te amo, sangue frio.
Te seduz com uma rosa envenenada,
Que na manhã fria não floresce.
O silêncio canta pra você, a violência treme nos lábios.
A imagem é - doçura, beleza, estrume,
Que me fede - sombra, que os porcos amam.
Cortesãs e reis como corvos no campo
Picoteiam, ciscam o velho rosto
Já faz tempo que a primavera deixou os corpos,
Agora envolta em eterno frio.
Puta que pariu! te amo, morto, te amo, doçura,
O cheiro podre do corpo, que o inverno envolveu.
Flores murchas crescem no seu coração.
É podre, é macio, totalmente negro.
Flor podre envolta na escuridão.
A guerra do coração dentro de mim arde
A guerra do espírito, que não aceita
Pensamentos roubados, não suínos,
Não puros, enterrados na memória.
Não há pedra no lugar do coração.
Teu coração é uma pedra,
Um obstáculo no caminho de tudo.
Teu corpo é o conhecimento,
Que se curva aos mortos
Com beleza, estrume, que me fede.
Você é a praga que anuncia a prosperidade.
Apenas um objeto, corpo de um jogo na guerra
Na qual você é o sangue!