Acto de Fe
Es acto de fe paliar esta sed bordeando el agua
Traigo ante ti la lucha de un hombre
Suplico a mi Dios que ampare su ausencia, causa de mi demencia
¿Dónde estás, santa inocencia? ¡Mírame!
Si aún puedo volar sobre el alma de mi tristeza
Si aún puedo llorar la amargura de no tenerla
No logro entender que este corazón, que hoy se viene abajo
Pudiera dejar su alma escapar de las garras de la fe
Donde pueda estar, posarán los mirlos su propio llanto
Recuerdos de ayer, los vimos nacer
Hoy ya no están
Imploro perdón, locura y dolor, la tormenta sin calma
Me postro ante Dios, su imagen se esconde
Se apaga su luz, me arrancó la herida, vuelvo al fin a la huida
¿Dónde estás, santa clemencia? ¡Escúchame!
Si aún puedo gritar en la cima de mi tristeza
Me duele al tragar la amargura de no tenerla
No logro entender que este corazón, que hoy se viene abajo
Pudiera dejar su alma escapar de las garras de la fe
Donde pueda estar, posarán los mirlos su propio llanto
Recuerdos de ayer, los vimos nacer
Hoy ya no están
Atisbo un final que no quiero ver
Es un sueño sin nombre
Hoy seré mi propio verdugo ¡sálvame!
No logro entender que este corazón, que hoy se viene abajo
Pudiera dejar su alma escapar de las garras de la fe
Donde pueda estar, posarán los mirlos su propio llanto
Recuerdos de ayer, los vimos nacer
Ya no están
Ato de Fé
É ato de fé aliviar essa sede beirando a água
Trago diante de ti a luta de um homem
Suplico ao meu Deus que proteja sua ausência, causa da minha demência
Onde você está, santa inocência? Olhe pra mim!
Se ainda posso voar sobre a alma da minha tristeza
Se ainda posso chorar a amargura de não tê-la
Não consigo entender que este coração, que hoje desaba
Pudesse deixar sua alma escapar das garras da fé
Onde quer que esteja, os tordos pousarão seu próprio lamento
Lembranças de ontem, nós os vimos nascer
Hoje já não estão
Imploro perdão, loucura e dor, a tempestade sem calma
Me prostro diante de Deus, sua imagem se esconde
Se apaga sua luz, me arrancou a ferida, volto enfim à fuga
Onde você está, santa clemência? Escute-me!
Se ainda posso gritar no topo da minha tristeza
Me dói ao engolir a amargura de não tê-la
Não consigo entender que este coração, que hoje desaba
Pudesse deixar sua alma escapar das garras da fé
Onde quer que esteja, os tordos pousarão seu próprio lamento
Lembranças de ontem, nós os vimos nascer
Hoje já não estão
Vislumbro um final que não quero ver
É um sonho sem nome
Hoje serei meu próprio algoz, me salve!
Não consigo entender que este coração, que hoje desaba
Pudesse deixar sua alma escapar das garras da fé
Onde quer que esteja, os tordos pousarão seu próprio lamento
Lembranças de ontem, nós os vimos nascer
Já não estão