Cárcel de Cristal
Si acaso logro saber quién soy
Sin faltar a mi nombre
Juraría ser feliz
Encierro penas sin destapar
El colchón de mimbre
Que habita en mi soledadque no tiene edad
Me dispongo a no enterrar
Mi alma junto a la verdad
No quiero vivir para siempre
En una cárcel de cristal
Ya no distingo la línea entre la vida y la muerte
Y creo que fue suficiente
Ya es hora de dejarte atrás
Ya no sé si eres tú o un disparo de luz que me nubla la mente
Me aferro a no distinguir quién soy
No hay claridad en mi mente
Simiente de un conflicto soyno sé a dónde voy
Es una lucha que venceré
Aunque me cueste la muerte
Aunque ya nadie crea en mí hoy voy a vivir
Si dispongo del ayer
Jamás volveré a caer
No quiero vivir para siempre
En una cárcel de cristal
Ya no distingo la línea entre la vida y la muerte
Y creo que fue suficiente
Ya es hora de dejarte atrás
Ya no sé si eres tú o un disparo de luz que me nubla la mente
De estar abajo comprendí
Que de mi propia vida fui
Un llanto del que discernir
A un prisionero triste y gris
Me dispongo a no enterrar
Mi alma junto a la verdad
Si dispongo del ayer
Jamás volveré a caer
No quiero vivir para siempre
En una cárcel de cristal
Ya no distingo la línea entre la vida y la muerte
Y creo que fue suficiente
Ya es hora de dejarte atrás
Ya no sé si eres tú o un disparo de luz que me nubla la mente
Prisão de Cristal
Se por acaso eu conseguir saber quem sou
Sem faltar ao meu nome
Eu juraria ser feliz
Encerro dores sem desvendar
O colchão de vime
Que habita em minha solidão que não tem idade
Me disponho a não enterrar
Minha alma junto à verdade
Não quero viver para sempre
Em uma prisão de cristal
Já não distingo a linha entre a vida e a morte
E acredito que foi o bastante
Já é hora de te deixar para trás
Já não sei se és tu ou um clarão de luz que me confunde a mente
Me agarro a não distinguir quem sou
Não há clareza em minha mente
Semente de um conflito sou não sei para onde vou
É uma luta que vencerei
Mesmo que me custe a morte
Mesmo que já ninguém acredite em mim hoje vou viver
Se disponho do ontem
Jamais voltarei a cair
Não quero viver para sempre
Em uma prisão de cristal
Já não distingo a linha entre a vida e a morte
E acredito que foi o bastante
Já é hora de te deixar para trás
Já não sei se és tu ou um clarão de luz que me confunde a mente
De estar embaixo compreendi
Que de minha própria vida fui
Um choro do qual discernir
A um prisioneiro triste e cinza
Me disponho a não enterrar
Minha alma junto à verdade
Se disponho do ontem
Jamais voltarei a cair
Não quero viver para sempre
Em uma prisão de cristal
Já não distingo a linha entre a vida e a morte
E acredito que foi o bastante
Já é hora de te deixar para trás
Já não sei se és tu ou um clarão de luz que me confunde a mente