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Meia Lua Levantina

Délcio Tavares

Letra

    Na noite escura e prenhe vertia um tropéu de sonhos
    Galopando mistério, desejos, segredos
    De águas cristalinas das tinas, das sangas
    De amoras, pitangas, dos seios crescendo
    Como o luar

    Lua menina era só cantar
    Depois levantina
    Aprendeu a amar

    Aquele fogo ardia febre de guria
    Vinha sempre sorrateiro às vésperas dos dias
    E na madrugada, num frenesi de aves
    Em revoada, meia lua levantina
    Fazia mulher a menina
    Depois, faceiro o tropéu se despedia
    Deixando o céu da boca banhado de luar

    Composição: Neiva Zanatta / Délcio Tavares. Essa informação está errada? Nos avise.

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