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Desde a Escuridão

Delirium (Hnd)

Desde la Oscuridad

Desde la Oscuridad

Tierra sedienta
de sangre y maldad
tierra del cerdo
no para la crueldad
la llave fue dada
no quieres despertar
en vida te quejas
no podras reclamar

Sus garras te aclaman
desde la oscuridad
decide si puedes
saber la realidad

Si tus deberes fueran
buscar una realidad
el miedo te haría desmayar
un cobarde refugio
de un desesperado
ser pobre te han dicho
caerá tu bendición

Fantasmas revuelan
mi vida sin cesar
remueven los hijos
de la incredulidad
quieren vestirte en velos de piedad
sonreír a la muerte
succiónar sin para
mas allá de las montañas
no veras final
los arboles se secan frente
a un mar de soledad

Veo en mis postreros
días venir, vejes implacable
que viene hacia mi
en torbellinos de eternidad
que primero come
la vil soledad

Sus garras me aclaman
desde la oscuridad
decide si puedes
saber la realidad

En una eterna lucha cansada
ya ni tus huesos podran resistir
a los mandatos
de un plano mayor
negras consciencias y la decepción

Sus garras me aclaman
desde la oscuridad
decide si puedes
saber la realidad

Si tus deberes fueran
buscar una realidad
el miedo te haría desmayar
un cobarde refugio
de un desesperado
ser pobre te han dicho
caerá tu bendición.

Desde a Escuridão

Desde a Escuridão

Terra sedenta
de sangue e maldade
terra do porco
não para a crueldade
a chave foi dada
não quer despertar
em vida se queixa
não poderá reclamar

Suas garras te chamam
desde a escuridão
decida se pode
saber a realidade

Se seus deveres fossem
buscar uma verdade
o medo te faria desmaiar
um refúgio covarde
de um desesperado
ser pobre te disseram
cairá sua bênção

Fantasmas rondam
minha vida sem parar
remexem os filhos
da incredulidade
querem te vestir em véus de piedade
sorrir para a morte
sugar sem parar
mais além das montanhas
não verás fim
as árvores secam diante
de um mar de solidão

Vejo em meus últimos
dias chegando, velhice implacável
que vem em minha direção
em redemoinhos de eternidade
que primeiro consome
a vil solidão

Suas garras me chamam
desde a escuridão
decida se pode
saber a realidade

Em uma eterna luta cansada
já nem seus ossos poderão resistir
aos mandatos
de um plano maior
consciências negras e a decepção

Suas garras me chamam
desde a escuridão
decida se pode
saber a realidade

Se seus deveres fossem
buscar uma verdade
o medo te faria desmaiar
um refúgio covarde
de um desesperado
ser pobre te disseram
cairá sua bênção.

Composição: