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Epopeia de um Verme

Delirium (Hnd)

Epopeya de un Gusano

Epopeya de un Gusano

Desde de la tierra
con mis manos como dagas
cortando las raíces
que me unieron a este mundo

Llegue a la superficie
pero el alma pesa menos
se secaron mis anillos
y esta sombra sobre mi

Vientos del norte recojan mis alas
levántenme sobre estas magras tierras
se que no ahí muros en el cielo
pónganme en la orbita de la que nunca caeré

Siete nubes bajaron
y al oído me dijeron:

Sigue tu angosto camino
no intentes elevarte de la tierra
y si es tan angosto Mi camino
porque dejo un horizonte a mis espaldas?

Quien sostiene la cuerda sobre la que caminas
quien a nublado el brillo en tus ojos
quien recorre los pasillos de tu mente
quien convierte tu nombre en tragedia.

Epopeia de um Verme

Epopeia de um Verme

Da terra
com minhas mãos como facas
cortando as raízes
que me ligaram a este mundo

Cheguei à superfície
mas a alma pesa menos
secaram meus anéis
e essa sombra sobre mim

Ventos do norte, recolham minhas asas
me levantem sobre essas terras magras
sei que não há muros no céu
me coloquem na órbita da qual nunca cairei

Sete nuvens desceram
e ao meu ouvido disseram:

Siga seu caminho estreito
não tente se elevar da terra
e se meu caminho é tão estreito
por que deixo um horizonte para trás?

Quem segura a corda sobre a qual você caminha
quem nublou o brilho nos seus olhos
quem percorre os corredores da sua mente
quem transforma seu nome em tragédia.

Composição: