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Da Morte Ao Renascimento

Delvnny

Letra

    Jovem, por que tanta pressa? Por que tanta pressa?
    Você não sabe o que é envelhecer
    Jovem, por que você versa? Por que você versa?
    Se quase ninguém irá te entender
    Jovem, por que se estressa? Por que se estressa?
    Se o futuro não se pode ver
    Jovem, por que não sai dessa? Por que não sai dessa?

    Ache outra maneira de vencer
    É que eu não posso mais parar, eu já comecei
    A correr, vou chegar lá do jeito que eu sei
    Eu verso pela necessidade de não pirar
    O universo vai entender e me inspirar
    Mas esse papel ainda é estresse, esquece
    No futuro certo o meu teto cresce
    Não saio dessa, é o plano de Deus
    Não escolhi o rap, o rap que me escolheu
    Paciência é poder, acompanhe o caramujo
    Me deixe com a loucura, sem apertar parafusos
    Pois todo louco é gênio, todo gênio é louco
    Eu ouço tudo o que penso e penso em tudo que ouço
    Mediocridade num suco com toxicidade
    Recuse o gole pois nada disso é de verdade
    Nada disso vale o que ainda tá guardado
    E de linha por linha o caminho vai ser traçado

    Da morte ao renascimento
    A força do firmamento
    Princípios que marcam o tempo
    É nisso que eu me concentro
    Da morte ao renascimento
    A força do firmamento
    Princípios que marcam o tempo
    É nisso que eu me concentro

    Falar menos de mim, quero falar menos sim
    Esse ego é muito grande, eu quero um menorzin
    Não vou me dá o grande luxo de morrer na praia
    Vou atrás das estrelas até que esse céu caia
    Abstinência te castiga igual penitência
    Mas não suba nos vícios, no fim você só despenca
    Respiro fundo e desfruto a presença divina
    Assim desligo a câmera e ligo a retina
    A meta é transcender antes de ascender ao sucesso
    Mas sucesso é uma palavra com sentido disperso
    São caminhos diversos, meu caminho é de versos
    Onde expresso a pressa mesmo quando não me apresso
    Árvores e pássaros, folhas e penas
    Poemas com ácaros, memórias tão plenas
    Falar de amargura talvez traga um gosto doce
    Tenho uma adaga que indaga cortar quem me ouve
    O dia ainda não é noite, tô de saída
    A vida dos seus olhos negros foi extraída
    Mas eu pareço ver todas as mentes distraídas
    Corpos com almas totalmente destruídas
    Me seguir agora não é bom
    Não queira saber pra onde vou
    Já que eu pus minha alma nesse som
    Não chamem de rap podem chamar de Soul

    Da morte ao renascimento
    A força do firmamento
    Princípios que marcam o tempo
    É nisso que eu me concentro

    Da morte ao renascimento
    A força do firmamento
    Princípios que marcam o tempo
    É nisso que eu me concentro


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