Gentes de Barrio
Cuerpos tirados
Se extiende el veneno
Armas por el suelo
De quién serán quién
Nos intentan convencer
Con la prosperidad
Con su puta campaña electoral
Nos recuerdan viejos asaltos
Nuestros malos momentos
Solo son basura que quieren ver fuego
Nos condenan a la muerte
Nos inundan con panfletos
Y promesas de prosperidad
No se dan cuenta que hemos olvidao
Que hemos olvidao
Gentes De Barrio
Nos da igual que piensen los de fuera
Gentes de barrio
Si no os gusta tenéis ahí la puerta
Nuestros brazos ya no abrazan
Solo tenemos ojos para vigilar
Por nosotros mismos nos podemos arreglar
Nuestras reglas han cambiado
Ahora ya no queremos vuestra ayuda
Se acerca ya la noche
Todas las ratas se acercan
Vamos a por vosotros
A tirar todos vuestros panfletos
No queremos ver por nuestras calles
Vuestras caras que reflejan la muerte
Todos nos dais miedo
No nos vais a ayudar
No vais a ayudar
Gentes De Barrio
Nos da igual que piensen los de fuera
Gentes De Barrio
Si no te gusta ahí tienes la puerta
Gente da Quebrada
Corpos jogados
Se espalha o veneno
Armas pelo chão
De quem serão, quem
Tentam nos convencer
Com a prosperidade
Com sua puta campanha eleitoral
Nos lembram de velhos assaltos
Nossos maus momentos
Só são lixo que querem ver pegar fogo
Nos condenam à morte
Nos inundam com panfletos
E promessas de prosperidade
Não percebem que esquecemos
Que esquecemos
Gente da quebrada
Tanto faz o que pensam os de fora
Gente da quebrada
Se não gostou, a porta tá ali
Nossos braços já não abraçam
Só temos olhos pra vigiar
Por nós mesmos a gente se vira
Nossas regras mudaram
Agora não queremos mais sua ajuda
A noite já tá chegando
Todas as ratas se aproximam
Vamos pra cima de vocês
Pra jogar todos os seus panfletos fora
Não queremos ver pelas nossas ruas
Suas caras que refletem a morte
Todos nos dão medo
Vocês não vão ajudar
Não vão ajudar
Gente da quebrada
Tanto faz o que pensam os de fora
Gente da quebrada
Se não gostou, a porta tá ali
Composição: Diego Soto Blanco, Mikel Biurrun García, Xoan Vázquez Miñán