Eden In Ruin
Come, distortured heartless beasts that roam the sepulchre
My starving razor severs the leash to let loose my pack upon the flock of god
For centuries we've searched the Earth
Within full moons and forest hiding towards rebirth
And again we re-open Pandora's box
And flank the bastard christ with mutiny and revolt
That wickedness and sin-flushed evil may reign in hell once more
Then rising against oppression we tore away to silhouette the suns of dawn
However 'midst a whirl of politics and warfare my illustrious bride was taken
From the sanctuary of shadowy midnight, forest moor the Demon Lord wasmistaken
And he cursed aloud breaking the silence, a code our legions swear to
I ventured aloof, searching for proof and found Her twisted broken shoe
Following the beaten track he rode the high and wintry night
For king and kindred sin, to avenge and exacerbate their plight
High on the tails he drew a long sword
And with a flash of burnished lightning reinstated the casualties of war
"The clanging of steel it rapes mine ears
Behold the dying courts men writing at my feet
Their outstretched hands cling to a lifeless despair
A rancid stench of defiled rotting flesh infuses the air"
The winds begin to rent their wintry spite
The skies are darkened behind a pall of ageless storm clouds
Weaker fauna scurry away to take shelter
And the battle fields are veiled in a thunderous icy shroud
Desperation plagues me
Translucent memories of grander pastimes
Wherein Tyranny would grace
With ardent passions and sinful signs
Alas, Eden lies in ruin
In silence and desolation
Abandoned by god to a strategic position
Sodom cried for nights retreat
Death arose sanctity, latent regrets unthought
Drowning silk sheets in crimson death
For the morrow's insights forget
She walked in the shadow of the rose
Played out Her will for every delight
"I am the dusk bringing my spite to all thy needs and all thou shalt see"
Cast into temptation scorn an angel not content
Further drawn to an ever tempering dawn
Magnificence in Her grace, nobility faced
Yet pains condemn Her passions constrained
Tyranny bring thy dusk embracing night
Fall into temptation with grace
Éden em Ruínas
Venham, bestas distorcidas e sem coração que vagam pelo sepulcro
Minha lâmina faminta corta a corda pra soltar meu bando sobre o rebanho de Deus
Por séculos buscamos a Terra
Sob luas cheias e florestas escondidas em busca de renascimento
E novamente reabrimos a caixa de Pandora
E cercamos o bastardo cristo com motim e revolta
Que a maldade e o pecado possam reinar no inferno mais uma vez
Então, levantando-nos contra a opressão, rasgamos o véu para silhuetar os sóis da aurora
Entretanto, em meio a um turbilhão de política e guerra, minha ilustre noiva foi levada
Do santuário da meia-noite sombria, o pântano da floresta, o Senhor Demônio se enganou
E ele amaldiçoou em voz alta quebrando o silêncio, um código que nossas legiões juram
Eu me aventurei distante, buscando provas e encontrei Seu sapato torcido e quebrado
Seguindo a trilha batida, ele cavalgou pela alta e invernal noite
Por rei e pecado de sangue, para vingar e agravar seu sofrimento
Alto nas caudas, ele desembainhou uma longa espada
E com um flash de relâmpago polido, reinstaurou as vítimas da guerra
"O clangor do aço estupram meus ouvidos
Eis os cortesãos moribundos escrevendo aos meus pés
Suas mãos estendidas se agarram a um desespero sem vida
Um fedor rançoso de carne podre profanada infunde o ar"
Os ventos começam a rasgar sua raiva invernal
Os céus se escurecem atrás de um manto de nuvens de tempestade eternas
Fauna mais fraca corre para se abrigar
E os campos de batalha estão velados em um manto gelado e trovejante
A desesperança me atormenta
Memórias translúcidas de passatempos grandiosos
Onde a Tirania se dignava
Com paixões ardentes e sinais pecaminosos
Ai, o Éden está em ruínas
Em silêncio e desolação
Abandonado por Deus a uma posição estratégica
Sodoma clamou pela retirada da noite
A morte surgiu à santidade, arrependimentos latentes não pensados
Afogando lençóis de seda em morte carmesim
Para que as percepções de amanhã se esqueçam
Ela caminhou na sombra da rosa
Executou Sua vontade para cada deleite
"Eu sou o crepúsculo trazendo meu desprezo a todas as tuas necessidades e tudo que verás"
Lançado na tentação, despreze um anjo insatisfeito
Mais atraído por uma aurora sempre temperada
Magnificência em Sua graça, nobreza enfrentada
Ainda assim, as dores condenam Suas paixões contidas
Tirania, traga teu crepúsculo abraçando a noite
Cai na tentação com graça