A Tale Of Loss
Everyday occurrences pervaded by eerie glimmerings of the unknown
Alleged sordid medicines for melancholy, only wicked this way come and they go away
I would be clothed in trees and rivers I would freeze gladly
In the hoarfrosted ice-house door sleep with thunders and visions... Take it slowly and inhale the heady aroma
A small sip of fanciful dreams
They who enter hear more deeply the striking of sickening clock
Face never spotted with the scarlet horror seeking for the meaning
Fake words suppressed me cloudless climes and starry skies, the waves in every raven trees
Where thoughts serenely sweet express I sank in tumult to a ocean
And I am gone forever, now I am gone and forgotten. How dear was my dwelling place...
What I know fairly well die first real time of living
[lead - Sulka]
What I know fairly well die first real time of living. I would be clothed in trees and rivers I would freeze gladly
In the hoar-frosted ice-house door sleep with thunders and visions...
Take it slowly and inhale the heady aroma. A small sip of fanciful dreams
Uma História de Perda
Ocorrências do dia a dia permeadas por brilhos estranhos do desconhecido
Medicamentos supostamente sórdidos para a melancolia, só os perversos vêm e vão
Eu estaria vestido de árvores e rios, eu congelaria feliz
Na porta da casa de gelo coberta de geada, durmo com trovões e visões... Vá devagar e inale o aroma intenso
Um pequeno gole de sonhos fantasiosos
Aqueles que entram ouvem mais profundamente o tique-taque do relógio nauseante
Rosto nunca manchado com o horror escarlate em busca de significado
Palavras falsas me sufocaram, climas sem nuvens e céus estrelados, as ondas em cada árvore de corvo
Onde pensamentos serenamente doces se expressam, eu afundei em tumulto até um oceano
E eu me fui para sempre, agora eu me fui e esqueci. Quão querido era meu lar...
O que eu sei muito bem morre na primeira verdadeira experiência de viver
[lead - Sulka]
O que eu sei muito bem morre na primeira verdadeira experiência de viver. Eu estaria vestido de árvores e rios, eu congelaria feliz
Na porta da casa de gelo coberta de geada, durmo com trovões e visões...
Vá devagar e inale o aroma intenso. Um pequeno gole de sonhos fantasiosos