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Mudança

Denna

Cambio

No pedías información, ella te pidió a ti
Querías una vida simple y, simplicidad, se quiso ir
Un duelo en tu mente, te toca decidir
Arrastrarte con las masas o cambiar para vivir

Abre un libro, ponte despertar
Deja las excusas e información vendrá
No todo será fácil tocará sudar más
Que eran yeager contra su primer titán

Sentada en una nube está la realidad
En forma omnipresente cual piedra filosofal
Debatiendo con poetás de origen ancestral
Emitiendo colores que sonarán a rap

Sal de la caverna para ver con claridad
Deja las cadenas y afronta la verdad
Cuestiona si la ética es algo cultural
O si bien siempre supiste lo que es el bien y mal

Tu sexualidad no me gusta. Es una enfermedad
Mi religión lo prohíbe. Me tienes que respetar
Por ultraje a la patria y al símbolo nacional
Si lo sigues haciendo te vamos a matar

Oscura realidad en el siglo veintiuno
Aun doce países, proclaman con orgullo
¿Qué harías tú ante un mundo que no es justo?
¿Asentir adoctrinado o armar barullo?

En grupos, todos somos muy valientes
Valiente es el que escucha y cuestiona su mente
El que sigue sus instintos pese a la corriente
El que cambia; cuando nadie más le entiende

Abre tu nevera y dime que ves
¿Comida vegana o lo que eran bebés?
¿Crees que tu comida podía ver?
¿Sentir como el cuchillo le rebanó la piel?

Piensa, ¿qué estás consumiendo?
¿Un jardín de frutos o cuerpos descompuestos?
Piensa, ¿qué hay en tu cuerpo?
¿Luz o un jodido cementerio?

Es cierto, los comemos por placer
Seguimos tradiciones sin cuestionar por qué
Inventamos excusas alimentando la idiotez
Pero la ignorancia nunca justificará lo cruel

Y si no lo ves, no eres más que el cobarde
Que paga a carniceros para no ensuciarse el traje
Un lastre miserable, que impide el avance
Que quiere que otros sufran para sentirse alguien

Lamentable, igual que un matadero
Los alejan de las ciudades para ocultar el miedo
Los sonidos y el hedor, son insoportables
Agonizan sin medida aún antes de tocarles!

¿Podrías hacerlo? ¿Coger un cuchillo
Y matarlos risueño? ¿Comértelos luego?
Pagas por algo, no puedes ni verlo
Lo ignoras y sigues haciéndolo

Dices que da pena pero compras sus cuerpos
No te engañas ni a ti aún menos al resto
(Patético) escucha a tú yo más interno
¿Sientes orgullo o remordimiento?

Sabes que nunca hizo falta comerlos
Apaga la luz y enciende el cerebro
Ponte dominio, estás a tiempo
No seas el culpable del grito de un cerdo

Mudança

Você não pediu informações, ela pediu a você
Você queria uma vida simples e a simplicidade quis partir
Um duelo em sua mente, cabe a você decidir
Arrastar-se com as massas ou mudar para viver

Abra um livro, comece a despertar
Deixe as desculpas e a informação virá
Não será tudo fácil, terá que suar mais
Do que Eren Jaeger contra seu primeiro Titã

A realidade está sentada em uma nuvem
De forma onipresente como a pedra filosofal
Debatendo com poetas de origem ancestral
Emitindo cores que soarão como rap

Saia da caverna para ver com clareza
Deixe as correntes e enfrente a verdade
Questione se a ética é algo cultural
Ou se você sempre soube o que é certo e errado

Sua sexualidade não me agrada. É uma doença
Minha religião proíbe. Você tem que me respeitar
Por ultraje à pátria e ao símbolo nacional
Se você continuar fazendo isso, vamos te matar

Realidade sombria no século vinte e um
Ainda doze países proclamam com orgulho
O que você faria diante de um mundo injusto?
Concordar doutrinado ou causar tumulto?

Em grupos, todos somos muito corajosos
Corajoso é aquele que ouve e questiona sua mente
Aquele que segue seus instintos apesar da correnteza
Aquele que muda quando ninguém mais o entende

Abra sua geladeira e me diga o que vê
Comida vegana ou o que eram bebês?
Você acha que sua comida podia ver?
Sentir como a faca cortou sua pele?

Pense, o que você está consumindo?
Um jardim de frutas ou corpos em decomposição?
Pense, o que há em seu corpo?
Luz ou um maldito cemitério?

É verdade, os comemos por prazer
Seguimos tradições sem questionar por quê
Inventamos desculpas alimentando a estupidez
Mas a ignorância nunca justificará a crueldade

E se você não vê, você é apenas o covarde
Que paga açougueiros para não sujar seu terno
Um fardo miserável, que impede o progresso
Que quer que outros sofram para se sentir alguém

Lamentável, assim como um matadouro
Eles os afastam das cidades para esconder o medo
Os sons e o cheiro são insuportáveis
Eles agonizam sem medida, mesmo antes de tocá-los!

Você poderia fazer isso? Pegar uma faca
E matá-los com um sorriso? Comê-los depois?
Você paga por algo que nem consegue ver
Você ignora e continua fazendo isso

Você diz que é uma pena, mas compra seus corpos
Você não engana a si mesmo, muito menos aos outros
(Patético) ouça o seu eu mais interno
Você sente orgulho ou remorso?

Você sabe que nunca precisou comê-los
Apague a luz e acenda o cérebro
Assuma o controle, ainda há tempo
Não seja o culpado pelo grito de um porco

Composição: Denna