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Olhe nos meus olhos

Depresión Sonora

Mira mis ojos

Mira mis ojos, mira mi alma
Mira todo lo que tengas que mirar
Dime qué es lo que estás viendo
Yo hace tiempo que no siento nada

Pasan los días y pienso en la muerte
Sigo encerrado en mi cárcel mental
Llama a la puerta, grita mi nombre
Sácame de aquí, ya no aguanto más

Como dos perros, di mi nombre
Si nadie me recuerda me extinguiré
Como dos perros, di mi nombre
Me quemo por dentro no quiero volver

Solo somos hombres (solo hombres)
Deshechos por dentro de un mundo enfermo
Solo somos hombres (solo hombres)
Deshechos por dentro (ah-ah)

Almas vacías de gravedad
Floto en la mugre, desecho social
Me pesa el cuerpo, me absorbe la cama
Me olvido que existo siempre para mañana

Mira la ventana, niños con bandana
Astutos corren por su libertad
No pueden huir, viven atados
No salgas del barrio, droga cerebral

Como dos perros, di mi nombre
Si nadie me recuerda me extinguiré
Como dos perros, di mi nombre
Me quemo por dentro no quiero volver

Solo somos hombres (solo hombres)
Deshechos por dentro de un mundo enfermo
Solo somos hombres (solo hombres)
Deshechos por dentro de un mundo cruel

Solo di mi nombre (di mi nombre)
No quiero volver (no quiero volver)
Solo somos hombres (solo hombres)
En un mundo enfermo (ah-ah)

Olhe nos meus olhos

Olhe nos meus olhos, olhe minha alma
Olhe tudo o que precisar olhar
Diga o que está vendo
Já faz tempo que não sinto nada

Os dias passam e penso na morte
Continuo preso na minha prisão mental
Alguém bate à porta, grita meu nome
Me tire daqui, não aguento mais

Como dois cachorros, diga meu nome
Se ninguém se lembra de mim, vou desaparecer
Como dois cachorros, diga meu nome
Estou queimando por dentro, não quero voltar

Somos apenas homens (apenas homens)
Destruídos por dentro em um mundo doente
Somos apenas homens (apenas homens)
Destruídos por dentro (ah-ah)

Almas vazias de gravidade
Flutuo na sujeira, rejeitado pela sociedade
Meu corpo pesa, a cama me absorve
Esqueço que existo sempre para o amanhã

Olhe pela janela, crianças com bandana
Espertos correm em busca de liberdade
Não podem escapar, vivem acorrentados
Não saia do bairro, droga cerebral

Como dois cachorros, diga meu nome
Se ninguém se lembra de mim, vou desaparecer
Como dois cachorros, diga meu nome
Estou queimando por dentro, não quero voltar

Somos apenas homens (apenas homens)
Destruídos por dentro em um mundo doente
Somos apenas homens (apenas homens)
Destruídos por dentro em um mundo cruel

Apenas diga meu nome (diga meu nome)
Não quero voltar (não quero voltar)
Somos apenas homens (apenas homens)
Em um mundo doente (ah-ah)

Composição: Markusiano